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	<title>Arquivos Sofia Abreu - TradeMap</title>
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	<description>Torne-se um investidor completo com o TradeMap! Acompanhe sua carteira e ativos do Brasil e dos EUA em tempo real, notícias, compare fundos e mais! Confira!</description>
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		<title>Quem vence a disputa de rendimento: CDB, LCA ou LCI?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe TradeMap]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2022 17:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[CDI]]></category>
		<category><![CDATA[LCAs]]></category>
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		<category><![CDATA[Renda Fixa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos de taxa Selic elevada, as atenções de grande parte dos investidores se voltam para as opções de renda fixa mais tradicionais como CDBs (Certificado de Depósitos Bancários), LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito Agrícola). E aí começam a pairar dúvidas sobre qual dessas opções gera a maior rentabilidade. Qual [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de taxa Selic elevada, as atenções de grande parte dos investidores se voltam para as opções de renda fixa mais tradicionais como CDBs (Certificado de Depósitos Bancários), LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito Agrícola). E aí começam a pairar dúvidas sobre qual dessas opções gera a maior rentabilidade.</p>
<p>Qual investimento você deve escolher: um CDB que rende 14% ao ano de forma prefixada ou uma LCA ou LCI, com retorno, por exemplo, de 11% ao ano?</p>
<p>Numa rápida análise, a sua resposta pode ser a de que o CDB rende mais, portanto optaria por esse investimento. Mas, se você chegar a essa conclusão é porque desconsidera a incidência de Imposto de Renda sobre os rendimentos, imposto do qual LCIs e LCAs são isentos.</p>
<blockquote><p><strong>Leia mais: </strong><br />
<a href="https://trademap.com.br/agencia/minhas-financas/trademap-explica-quanto-uma-lca-deve-pagar-para-superar-um-tesouro-selic">TradeMap Explica: Quanto uma LCA deve pagar para superar um Tesouro Selic?</a></p></blockquote>
<p>Por causa dessa diferença, a comparação entre a rentabilidade de CDBs, LCIs e LCAs não pode se dar de maneira simplista.</p>
<p>Os CDBs são sujeitos à tributação pelo Imposto de Renda conforme uma alíquota regressiva, isso é, quanto mais tempo você deixa o seu dinheiro investido, menor é a alíquota. Essa tributação, que diminui conforme o tempo do investimento, se dá conforme a tabela abaixo.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-167636" src="https://trademap.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IR-tempo.png" alt="Tabela simples, com duas colunas, uma com alíquotas do IR e a outra com tempo de investimentos" width="517" height="199" srcset="https://trademap.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IR-tempo.png 556w, https://trademap.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IR-tempo-300x115.png 300w, https://trademap.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IR-tempo-150x58.png 150w" sizes="(max-width: 517px) 100vw, 517px" /></p>
<p>Então, um CDB que rende 14% ao ano pode, sobretudo nos meses iniciais da aplicação, render menos que uma LCI ou LCA que rende 11% ao ano e não se sujeita ao IR.</p>
<p>Para fazer uma conta simples e efetivamente compararmos qual investimento rende mais, vamos fazer uma comparação entre um CDB que rende 14% ao ano e tem vencimento em seis meses e uma LCI que rende 11% com o mesmo prazo de vencimento.</p>
<p>Esse CDB, que cito acima, está sujeito à alíquota de Imposto de Renda de 22,5%, conforme a tabela, já que vence em apenas seis meses. Em virtude disso, devemos descontar esses percentual de imposto da rentabilidade do investimento. O cálculo é feito desta maneira.</p>
<p><strong>Rentabilidade x (1 &#8211; % do IR) </strong></p>
<p>14% x (1 &#8211; 22,5%)</p>
<p>14% x 77,5% = 10,85% ao ano</p>
<p>Pois bem, 10,85% representa a rentabilidade líquida, já descontada do IR, que o investidor vai ter após o vencimento desse CDB transcorridos os seis meses.</p>
<p>Perceba que optar por um CDB de curto prazo como esse e com rentabilidade de 14% ao ano &#8211; se comparada à LCI ou LCA de mesmo prazo e com rentabilidade de 11% ao ano &#8211; é uma escolha, em termos de rentabilidade, menos vantajosa quando descontado o Imposto de Renda.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/4zxidc-bWKY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Agora, imaginemos que esse CDB que rende 14% ao ano não vence em seis meses, mas em três anos.</p>
<p>Vamos comparar a sua rentabilidade com o retorno de uma LCI ou LCA de 11% ao ano:</p>
<p><strong>Rentabilidade  x (1 &#8211; % do IR)</strong></p>
<p>14% x (1 &#8211; 15%)</p>
<p>14% x 85% = 11,9% ao ano</p>
<p>Consegue perceber que aquele mesmo CDB, com rentabilidade prefixada de 14% ao ano e vencimento em seis meses, possui uma rentabilidade anual de 10,85%?</p>
<p>Já quando o vencimento é mais longo, por consequência, há incidência de Imposto de Renda menor, passa a ser uma opção mais vantajosa que uma LCI ou LCA que rende 11% ao ano?</p>
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      var oldFunc = element['on' + event];
      element['on' + event] = function() {
        oldFunc.apply(this, arguments);
        func.apply(this, arguments);
      };
    }
  }
  var _removed = false;
  var form_to_submit = document.getElementById('_form_29_');
  var allInputs = form_to_submit.querySelectorAll('input, select, textarea'), tooltips = [], submitted = false;

  var getUrlParam = function(name) {
    var params = new URLSearchParams(window.location.search);
    return params.get(name) || false;
  };

  for (var i = 0; i < allInputs.length; i++) {
    var regexStr = "field\\[(\\d+)\\]";
    var results = new RegExp(regexStr).exec(allInputs[i].name);
    if (results != undefined) {
      allInputs[i].dataset.name = window.cfields[results[1]];
    } else {
      allInputs[i].dataset.name = allInputs[i].name;
    }
    var fieldVal = getUrlParam(allInputs[i].dataset.name);

    if (fieldVal) {
      if (allInputs[i].dataset.autofill === "false") {
        continue;
      }
      if (allInputs[i].type == "radio" || allInputs[i].type == "checkbox") {
        if (allInputs[i].value == fieldVal) {
          allInputs[i].checked = true;
        }
      } else {
        allInputs[i].value = fieldVal;
      }
    }
  }

  var remove_tooltips = function() {
    for (var i = 0; i < tooltips.length; i++) {
      tooltips[i].tip.parentNode.removeChild(tooltips[i].tip);
    }
    tooltips = [];
  };
  var remove_tooltip = function(elem) {
    for (var i = 0; i < tooltips.length; i++) {
      if (tooltips[i].elem === elem) {
        tooltips[i].tip.parentNode.removeChild(tooltips[i].tip);
        tooltips.splice(i, 1);
        return;
      }
    }
  };
  var create_tooltip = function(elem, text) {
    var tooltip = document.createElement('div'), arrow = document.createElement('div'), inner = document.createElement('div'), new_tooltip = {};
    if (elem.type != 'radio' && elem.type != 'checkbox') {
      tooltip.className = '_error';
      arrow.className = '_error-arrow';
      inner.className = '_error-inner';
      inner.innerHTML = text;
      tooltip.appendChild(arrow);
      tooltip.appendChild(inner);
      elem.parentNode.appendChild(tooltip);
    } else {
      tooltip.className = '_error-inner _no_arrow';
      tooltip.innerHTML = text;
      elem.parentNode.insertBefore(tooltip, elem);
      new_tooltip.no_arrow = true;
    }
    new_tooltip.tip = tooltip;
    new_tooltip.elem = elem;
    tooltips.push(new_tooltip);
    return new_tooltip;
  };
  var resize_tooltip = function(tooltip) {
    var rect = tooltip.elem.getBoundingClientRect();
    var doc = document.documentElement, scrollPosition = rect.top - ((window.pageYOffset || doc.scrollTop)  - (doc.clientTop || 0));
    if (scrollPosition < 40) {
      tooltip.tip.className = tooltip.tip.className.replace(/ ?(_above|_below) ?/g, '') + ' _below';
    } else {
      tooltip.tip.className = tooltip.tip.className.replace(/ ?(_above|_below) ?/g, '') + ' _above';
    }
  };
  var resize_tooltips = function() {
    if (_removed) return;
    for (var i = 0; i < tooltips.length; i++) {
      if (!tooltips[i].no_arrow) resize_tooltip(tooltips[i]);
    }
  };
  var validate_field = function(elem, remove) {
    var tooltip = null, value = elem.value, no_error = true;
    remove ? remove_tooltip(elem) : false;
    if (elem.type != 'checkbox') elem.className = elem.className.replace(/ ?_has_error ?/g, '');
    if (elem.getAttribute('required') !== null) {
      if (elem.type == 'radio' || (elem.type == 'checkbox' && /any/.test(elem.className))) {
        var elems = form_to_submit.elements[elem.name];
        if (!(elems instanceof NodeList || elems instanceof HTMLCollection) || elems.length <= 1) {
          no_error = elem.checked;
        }
        else {
          no_error = false;
          for (var i = 0; i < elems.length; i++) {
            if (elems[i].checked) no_error = true;
          }
        }
        if (!no_error) {
          tooltip = create_tooltip(elem, "Por favor, selecione uma opção.");
        }
      } else if (elem.type =='checkbox') {
        var elems = form_to_submit.elements[elem.name], found = false, err = [];
        no_error = true;
        for (var i = 0; i < elems.length; i++) {
          if (elems[i].getAttribute('required') === null) continue;
          if (!found && elems[i] !== elem) return true;
          found = true;
          elems[i].className = elems[i].className.replace(/ ?_has_error ?/g, '');
          if (!elems[i].checked) {
            no_error = false;
            elems[i].className = elems[i].className + ' _has_error';
            err.push("Marcar %s é necessário".replace("%s", elems[i].value));
          }
        }
        if (!no_error) {
          tooltip = create_tooltip(elem, err.join('<br/>'));
        }
      } else if (elem.tagName == 'SELECT') {
        var selected = true;
        if (elem.multiple) {
          selected = false;
          for (var i = 0; i < elem.options.length; i++) {
            if (elem.options[i].selected) {
              selected = true;
              break;
            }
          }
        } else {
          for (var i = 0; i < elem.options.length; i++) {
            if (elem.options[i].selected && !elem.options[i].value) {
              selected = false;
            }
          }
        }
        if (!selected) {
          elem.className = elem.className + ' _has_error';
          no_error = false;
          tooltip = create_tooltip(elem, "Por favor, selecione uma opção.");
        }
      } else if (value === undefined || value === null || value === '') {
        elem.className = elem.className + ' _has_error';
        no_error = false;
        tooltip = create_tooltip(elem, "Este campo é necessário.");
      }
    }
    if (no_error && elem.name == 'email') {
      if (!value.match(/^[\+_a-z0-9-'&=]+(\.[\+_a-z0-9-']+)*@[a-z0-9-]+(\.[a-z0-9-]+)*(\.[a-z]{2,})$/i)) {
        elem.className = elem.className + ' _has_error';
        no_error = false;
        tooltip = create_tooltip(elem, "Digite um e-mail válido");
      }
    }
    if (no_error && /date_field/.test(elem.className)) {
      if (!value.match(/^\d\d\d\d-\d\d-\d\d$/)) {
        elem.className = elem.className + ' _has_error';
        no_error = false;
        tooltip = create_tooltip(elem, "Digite uma data válida.");
      }
    }
    tooltip ? resize_tooltip(tooltip) : false;
    return no_error;
  };
  var needs_validate = function(el) {
        if(el.getAttribute('required') !== null){
            return true
        }
        if(el.name === 'email' && el.value !== ""){
            return true
        }
        return false
  };
  var validate_form = function(e) {
    var err = form_to_submit.querySelector('._form_error'), no_error = true;
    if (!submitted) {
      submitted = true;
      for (var i = 0, len = allInputs.length; i < len; i++) {
        var input = allInputs[i];
        if (needs_validate(input)) {
          if (input.type == 'text' || input.type == 'number' || input.type == 'time') {
            addEvent(input, 'blur', function() {
              this.value = this.value.trim();
              validate_field(this, true);
            });
            addEvent(input, 'input', function() {
              validate_field(this, true);
            });
          } else if (input.type == 'radio' || input.type == 'checkbox') {
            (function(el) {
              var radios = form_to_submit.elements[el.name];
              for (var i = 0; i < radios.length; i++) {
                addEvent(radios[i], 'click', function() {
                  validate_field(el, true);
                });
              }
            })(input);
          } else if (input.tagName == 'SELECT') {
            addEvent(input, 'change', function() {
              validate_field(this, true);
            });
          } else if (input.type == 'textarea'){
            addEvent(input, 'input', function() {
              validate_field(this, true);
            });
          }
        }
      }
    }
    remove_tooltips();
    for (var i = 0, len = allInputs.length; i < len; i++) {
      var elem = allInputs[i];
      if (needs_validate(elem)) {
        if (elem.tagName.toLowerCase() !== "select") {
          elem.value = elem.value.trim();
        }
        validate_field(elem) ? true : no_error = false;
      }
    }
    if (!no_error && e) {
      e.preventDefault();
    }
    resize_tooltips();
    return no_error;
  };
  addEvent(window, 'resize', resize_tooltips);
  addEvent(window, 'scroll', resize_tooltips);
    var _form_serialize = function(form){if(!form||form.nodeName!=="FORM"){return }var i,j,q=[];for(i=0;i<form.elements.length;i++){if(form.elements[i].name===""){continue}switch(form.elements[i].nodeName){case"INPUT":switch(form.elements[i].type){case"text":case"number":case"date":case"time":case"hidden":case"password":case"button":case"reset":case"submit":q.push(form.elements[i].name+"="+encodeURIComponent(form.elements[i].value));break;case"checkbox":case"radio":if(form.elements[i].checked){q.push(form.elements[i].name+"="+encodeURIComponent(form.elements[i].value))}break;case"file":break}break;case"TEXTAREA":q.push(form.elements[i].name+"="+encodeURIComponent(form.elements[i].value));break;case"SELECT":switch(form.elements[i].type){case"select-one":q.push(form.elements[i].name+"="+encodeURIComponent(form.elements[i].value));break;case"select-multiple":for(j=0;j<form.elements[i].options.length;j++){if(form.elements[i].options[j].selected){q.push(form.elements[i].name+"="+encodeURIComponent(form.elements[i].options[j].value))}}break}break;case"BUTTON":switch(form.elements[i].type){case"reset":case"submit":case"button":q.push(form.elements[i].name+"="+encodeURIComponent(form.elements[i].value));break}break}}return q.join("&")};
  var form_submit = function(e) {
    e.preventDefault();
    if (validate_form()) {
      // use this trick to get the submit button & disable it using plain javascript
      document.querySelector('#_form_29_submit').disabled = true;
            var serialized = _form_serialize(document.getElementById('_form_29_')).replace(/%0A/g, '\\n');
      var err = form_to_submit.querySelector('._form_error');
      err ? err.parentNode.removeChild(err) : false;
      _load_script('https://trademap.activehosted.com/proc.php?' + serialized + '&jsonp=true');
    }
    return false;
  };
  addEvent(form_to_submit, 'submit', form_submit);
})();

</script>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em virtude disso, é possível entender que CDBs com prazo de vencimento mais longo, e que pagam taxas de rentabilidade mais elevada tendem a render mais que LCIs e LCAs.</p>
<p>Por outro lado, no curto prazo, quando temos as maiores alíquotas de Imposto de Renda para os CDBs (22,5% e 20%), as LCIs e LCA geralmente passam a ser opções mais atrativas que os CDBs.</p>
<p>Pense nisso quando for avaliar onde fazer suas alocações em investimentos de renda fixa. Levar a alíquota de Imposto de Renda em conta é muito importante quando você for fazer escolhas entre CDBs ou LCIs e LCAs.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*As opiniões, informações e eventuais recomendações que constem dos artigos publicados pela <strong>Agência TradeMap</strong> são de inteira responsabilidade de cada um dos articulistas. Os textos não refletem necessariamente as posições do <strong>TradeMap</strong> ou de seus controladores.</em></p>
<p>O post <a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/quem-vence-a-disputa-de-rendimento-cdb-lca-ou-lci">Quem vence a disputa de rendimento: CDB, LCA ou LCI?</a> apareceu primeiro em <a href="https://trademap.com.br">TradeMap</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">167505</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Veja motivos para você abandonar definitivamente a poupança</title>
		<link>https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/se-voce-investe-na-poupanca-ou-conhece-quem-faca-isso-leia-este-artigo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe TradeMap]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2022 15:26:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sofia Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Fixa]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www4.trademap.com.br/?p=155533</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um dos principais motivos que leva boa parte das pessoas a colocar dinheiro na poupança são os baixos riscos que esse tipo de aplicação proporciona. Mas ter recursos nessa modalidade de investimento em épocas de inflação elevada, a exemplo da atual, faz com que você perca dinheiro. Quero lhe mostrar que a simples troca do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/se-voce-investe-na-poupanca-ou-conhece-quem-faca-isso-leia-este-artigo">Veja motivos para você abandonar definitivamente a poupança</a> apareceu primeiro em <a href="https://trademap.com.br">TradeMap</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos principais motivos que leva boa parte das pessoas a colocar dinheiro na poupança são os baixos riscos que esse tipo de aplicação proporciona. Mas ter recursos nessa modalidade de investimento em épocas de inflação elevada, a exemplo da atual, faz com que você perca dinheiro.</p>
<p>Quero lhe mostrar que a simples troca do tipo de investimento, ou seja, para alternativas também seguras, pode aumentar a sua rentabilidade entregue pela poupança.</p>
<h2>Afinal de contas, quanto rende a poupança?</h2>
<p>Existem duas regras distintas de rentabilidade para a poupança, a depender de quando o depósito nesse tipo de aplicação foi realizado.</p>
<p>Para valores depositados antes de 4 de maio de 2012, a poupança rende uma taxa fixa de 0,5% ao mês acrescida da TR (taxa referencial, atualmente próxima de zero).</p>
<p>Para os depósitos realizados depois de 4 de maio de 2012, existem dois cenários de rentabilidade. Quando a taxa básica de juros é igual ou inferior a 8,5% ao ano, a rentabilidade da poupança equivale a 70% da Selic mais TR. Já quando o juro fica acima de 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês mais TR. Isso equivale a 6,17% ao ano mais TR.</p>
<!-- Shortcode [cta_2_ir_produto_conheca-a-ferramenta-que-calcula-o-imposto-dos-seus-investimentos-automaticamente] does not exist -->
<p>No momento em que redijo este artigo, no mês de maio, a Selic (a taxa básica de juro) vigente na nossa economia é de 12,75% ao ano. Isso quer dizer que, atualmente, tanto os aportes realizados na poupança antes de maio de 2012 quanto os realizados posteriormente a essa data estão rendendo 6,17% ao ano mais TR.</p>
<p>A inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) no acumulado dos últimos 12 meses até abril foi de 12,13%. Em outras palavras, o nosso dinheiro se desvalorizou em média 12,13%, nesse intervalo, embora as aplicações feitas em poupança rendam aproximadamente 6,17% ao ano.</p>
<p>Com isso, você consegue perceber que os rendimentos gerados pela caderneta não são sequer capazes de repor as perdas geradas pela inflação ao longo dos últimos 12 meses?</p>
<p>Esse é exatamente o motivo pelo qual a poupança não vale a pena. Esse tipo de investimento não é capaz de proteger seu dinheiro da inflação, de forma que, com o passar do tempo, se levada em conta a variação dos preços, o poder de compra do seu dinheiro que está depositado na caderneta encolhe a cada dia que passa.</p>
<p>Dessa forma, ao investir em poupança, sobretudo em épocas de inflação elevada (como agora), você está vendo seu patrimônio diminuir ao invés de aumentar.</p>
<h2><strong>Mais rentável e mais seguro</strong></h2>
<p>Por outro lado, existem investimentos de renda fixa tão ou mais seguros que a poupança, o que é o caso dos títulos Tesouro Selic e os CDBs de liquidez diária.</p>
<p>O Tesouro Selic rende a Selic vigente no decorrer do período em que seu dinheiro ficar investido. E se hoje a taxa está em 12,75%, o Tesouro Selic terá uma rentabilidade muito próxima a essa.</p>
<p>Por sua vez, quando falamos de CDBs de liquidez diária, não é difícil encontrarmos opções de bancos com rentabilidades, por exemplo, de 100% do CDI.</p>
<p>O CDI é uma taxa que caminha muito próxima à Selic. Hoje, com a Selic em 12,75% ao ano, o CDI gira em torno de 12,65%.</p>
<h2>Mesmo com IR</h2>
<p>É verdade que há incidência de Imposto de Renda sobre os rendimentos do Tesouro Selic e dos CDBs. As alíquotas começam em 22,5% para investimentos aplicados por até 180 dias e vão à mínima de 15% os que permanecem aplicados por mais de 720 dias.</p>
<p>O fato é que esses tipos de investimentos de renda fixa possuem hoje uma rentabilidade que chega quase ao dobro da poupança. Eles são mais seguros até mesmo que essa modalidade, como é o caso do Tesouro Selic.</p>
<p>Isso porque os títulos do Tesouro Direto são emitidos e garantidos pelo governo federal por meio do Tesouro Nacional. E o único risco do governo não honrar com o pagamento seria se o país declarasse falência, o que é muito mais improvável acontecer do que a falência de qualquer instituição financeira, que garantem os investimentos em poupança.</p>
<p>Ou seja, se você é um investidor conservador, deixar seu dinheiro na poupança não é a solução, já que a essa modalidade não tem sequer reposto as perdas trazidas pela inflação. E, além disso,existem outros investimentos tecnicamente mais seguros, como é o caso do Tesouro Direto, e que rendem mais que a poupança.</p>
<blockquote><p><strong>Leia também:</strong><br />
<a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/procurou-tesouro-ipca2026-e-nao-encontrou-veja-por-que-negociacao-de-titulos-e-suspensa">Procurou Tesouro IPCA+2026 e não encontrou? Veja por que negociação de títulos é suspensa</a></p></blockquote>
<p>Por outro lado, ao fazer trocas inteligentes, como sair da poupança e migrar para o Tesouro Selic ou para um CDB de liquidez diária de um bom banco, você consegue rentabilidades muito superiores, que não implicam assumir riscos adicionais.</p>
<p>Dito tudo isso, se ainda investe na poupança (ou conhece alguém que o faça), certamente agora tem motivos mais que suficientes para abandonar de vez essa desvantajosa opção de investimento e escolher o que faz muito mais pelo seu patrimônio (por você).</p>
<p><em>*As opiniões, informações e eventuais recomendações que constem dos artigos publicados pela Agência TradeMap são de inteira responsabilidade de cada um dos articulistas. Os textos não refletem necessariamente as posições do TradeMap ou de seus controladores.</em></p>
<p>O post <a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/se-voce-investe-na-poupanca-ou-conhece-quem-faca-isso-leia-este-artigo">Veja motivos para você abandonar definitivamente a poupança</a> apareceu primeiro em <a href="https://trademap.com.br">TradeMap</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">155533</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Procurou Tesouro IPCA+2026 e não encontrou? Veja por que negociação de títulos é suspensa</title>
		<link>https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/procurou-tesouro-ipca2026-e-nao-encontrou-veja-por-que-negociacao-de-titulos-e-suspensa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe TradeMap]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2022 15:12:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sofia Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Direto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www4.trademap.com.br/?p=152303</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com relativa frequência, algumas vezes por mês ou até por semana, é possível que você acesse o site do Tesouro Direto ou tente investir nestes papéis via corretora de valores e, ainda que seja um dia útil, em pleno horário de funcionamento do mercado financeiro, não haja praticamente nenhum título para ser negociado, seja em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/procurou-tesouro-ipca2026-e-nao-encontrou-veja-por-que-negociacao-de-titulos-e-suspensa">Procurou Tesouro IPCA+2026 e não encontrou? Veja por que negociação de títulos é suspensa</a> apareceu primeiro em <a href="https://trademap.com.br">TradeMap</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com relativa frequência, algumas vezes por mês ou até por semana, é possível que você acesse o site do Tesouro Direto ou tente investir nestes papéis via corretora de valores e, ainda que seja um dia útil, em pleno horário de funcionamento do mercado financeiro, não haja praticamente nenhum título para ser negociado, seja em operação de compra ou de venda.</p>
<p>Podemos ver essa situação, por exemplo, dessa forma a seguir, no site do Tesouro Nacional:</p>
<figure id="attachment_152411" aria-describedby="caption-attachment-152411" style="width: 1297px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-152411" src="https://trademap.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Imagem1.jpg" alt="tabela do Tesouro Direto com títulos fora do ar" width="1297" height="516" srcset="https://trademap.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Imagem1.jpg 1297w, https://trademap.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Imagem1-300x119.jpg 300w, https://trademap.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Imagem1-1024x407.jpg 1024w, https://trademap.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Imagem1-768x306.jpg 768w, https://trademap.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Imagem1-150x60.jpg 150w" sizes="(max-width: 1297px) 100vw, 1297px" /><figcaption id="caption-attachment-152411" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução do site do Tesouro Direto</figcaption></figure>
<p>Perceba que só opções de Tesouro Selic para operações de investimento, não sendo possível comprar ou vender nenhum outro tipo de título.</p>
<h2>E por que isso acontece?</h2>
<p>Para começo de conversa, é importante você saber que os preços e taxas dos títulos públicos do Tesouro Direto são atualizados três vezes ao dia pelo Tesouro Nacional: uma vez na parte da manhã; outra, próximo ao meio-dia; e uma última, por volta das 15 horas &#8211; o mercado para negociação fica aberto em dias úteis das 9h30 às 18h.</p>
<p>Essa atualização frequente ocorre porque o Tesouro Nacional tem duas frentes de negociação de títulos públicos.</p>
<p>A primeira é onde há compra e venda de títulos entre o Tesouro Nacional e os investidores pessoas físicas via Tesouro Direto;  e a segunda frente (o chamado mercado secundário) é realizada entre o Tesouro Nacional e as instituições financeiras e onde existe um volume muito maior de negociações.</p>
<p>As negociações que efetivamente definem os preços e taxas dos títulos públicos são aquelas praticadas no mercado secundário. Três vezes ao dia, os valores são atualizados para serem aplicados também nas negociações entre o Tesouro Nacional e as pessoas físicas por meio do Tesouro Direto.</p>
<p>Em momentos de estresse do mercado financeiro, de medo exacerbado e de incertezas, pode ocorrer um descolamento entre os preços e taxas praticados no mercado secundário e aqueles em vigor no sistema de negociação do Tesouro Direto.</p>
<p>Quando isso ocorre o Tesouro Nacional acaba suspendendo as negociações do Tesouro Direto. O objetivo é proteger o investidor pessoa física de realizar operações com preços e taxas que não estão mais sendo usadas na prática no mercado secundário.</p>
<blockquote><p><strong>Leia também:</strong><br />
<a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/a-estrategia-de-renda-fixa-para-proteger-os-investimentos-da-inflacao">A estratégia de renda fixa para proteger os investimentos da inflação</a></p></blockquote>
<p>O Tesouro Nacional suspende as negociações até que o mercado se acalme e que as taxas passem a oscilar com menos volatilidade. Nessa condição, é possível definir referências mais acuradas para os preços e taxas dos títulos negociados no Tesouro Direto.</p>
<p>Essas suspensões, então, representam uma segurança para o investidor pessoa física, de maneira a garantir que as operações de compra e venda possam ser realizadas com preços e taxas justos e adequados aos que está sendo praticado no mercado secundário.</p>
<h2>Volatilidade</h2>
<p>Como dito, em momentos de maior estresse e volatilidade do mercado financeiro, as suspensões são mais frequentes.</p>
<p>Um exemplo real disso é o que tem acontecido nas últimas semanas de abril e início de maio de 2022, com a escalada dos juros aqui, no Brasil, e também nos Estados Unidos. Esse movimento de aperto monetário, que implica provável desaquecimento da economia, tem aumentado a percepção de risco dos mercados financeiros em escala global, fazendo com que suspensões nas negociações das taxas dos títulos públicos no mercado brasileiro ocorram com mais frequência.</p>
<!-- Shortcode [cta_4_discovery] does not exist -->
<p>Para os próximos meses, quanto mais intensa for a escalada de juros aqui e lá fora, é provável que vejamos mais suspensões nas negociações das taxas dos títulos públicos.</p>
<p>Geralmente, as suspensões tendem a durar o mínimo de tempo possível para que o Tesouro Nacional seja capaz de voltar a atualizar com assertividade as taxas para o Tesouro Direto. Pela experiência geral, as suspensões duram algumas horas, podendo, em casos mais drásticos, perdurar por um dia inteiro.</p>
<p>O Tesouro Nacional, porém, não expõe claramente se há um prazo mínimo ou máximo de horas ou dias em que a suspensão pode durar.</p>
<p>Diante disso tudo, não se assuste se algum dia você se deparar com um impedimento dessa natureza para compra e venda de títulos públicos.</p>
<p>O Tesouro Direto faz isso exatamente para proteger você, investidor pessoa física, de oscilações mais agressivas de mercado. Assim, evita-se negociações com taxas descoladas das do mercado secundário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><span style="font-size: 12pt;">*As opiniões, informações e eventuais recomendações que constem dos artigos publicados pela Agência TradeMap são de inteira responsabilidade de cada um dos articulistas. Os textos não refletem necessariamente as posições do <strong>TradeMap</strong> ou de seus controladores.</span></em></p>
<p>O post <a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/procurou-tesouro-ipca2026-e-nao-encontrou-veja-por-que-negociacao-de-titulos-e-suspensa">Procurou Tesouro IPCA+2026 e não encontrou? Veja por que negociação de títulos é suspensa</a> apareceu primeiro em <a href="https://trademap.com.br">TradeMap</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Renda fixa: três passos para analisar o risco de uma instituição financeira</title>
		<link>https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/renda-fixa-tres-passos-para-analisar-o-risco-de-uma-instituicao-financeira</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe TradeMap]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 May 2022 18:32:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sofia Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[FGC]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Fixa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São muitas as opções de instituições por meio das quais podemos realizar investimentos. Sempre que falamos de investir em renda fixa é essencial ter em mente que, inicialmente, você empresta dinheiro a uma empresa ou instituição que emitiu uma dívida. Teoricamente, o emissor de dívida mais seguro que existe – ou seja, com menor risco [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/renda-fixa-tres-passos-para-analisar-o-risco-de-uma-instituicao-financeira">Renda fixa: três passos para analisar o risco de uma instituição financeira</a> apareceu primeiro em <a href="https://trademap.com.br">TradeMap</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>São muitas as opções de instituições por meio das quais podemos realizar investimentos. Sempre que falamos de investir em renda fixa é essencial ter em mente que, inicialmente, você empresta dinheiro a uma empresa ou instituição que emitiu uma dívida.</p>
<p>Teoricamente, o emissor de dívida mais seguro que existe – ou seja, com menor risco de inadimplência &#8211; é o governo federal. Por isso, os títulos do Tesouro Direto são tidos como os investimentos mais seguros do nosso mercado financeiro.</p>
<p>Já quando você investe em CDBs, RDBs, LCIs e LCAs, opta por emprestar seu dinheiro a emissores de dívida menos seguros, já que o risco de crédito das instituições financeiras privadas é maior do que se comparado ao do nosso governo.</p>
<p>Quando você investe em títulos do Tesouro Direto, está emprestando dinheiro para o governo federal. Ao investir em CDBs, RDBs, LCIs, LCAs, empresta a instituições como bancos, financeiras e cooperativas de crédito. E quando compra CRIs, CRAs e debêntures, está emprestando dinheiro a empresas privadas que não estão vinculadas ao setor financeiro.</p>
<p>Dentre as instituições financeiras privadas, há entidades mais ou menos arriscadas. Investir em um grande banco, com uma extensa carteira de clientes e com facilidade de captação de recursos no mercado é bem mais seguro do que fazer isso em uma instituição de pequeno porte, que não tem tantos clientes e que não capta recursos no mercado financeiro com tanta facilidade.</p>
<p>Se bancos médios e pequenos têm mais dificuldade de captar recursos no mercado, por consequência, possuem um maior risco de crédito. Por isso, para conseguirem captar recursos, precisam oferecer taxas de juros maiores (e mais atrativas) do que se comparado às grandes instituições financeiras.</p>
<h2>É exatamente aí que reside um grande risco&#8230;</h2>
<p>Muitos investidores desavisados costumam fazer aplicações de renda fixa olhando apenas para a rentabilidade e ignoram o risco de crédito da instituição onde põem o dinheiro.</p>
<p>É fato que temos o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) &#8211; já falei sobre ele aqui – que oferece uma garantia de até R$ 250 mil por investidor e por instituição ao investidor em caso de quebra da instituição financeira , Há, porém, um limite de R$ 1 milhão para aplicações em poupança, CDBs, LCIs, LCAs, RDBs, Letras de Câmbio (LC), Letras Hipotecárias (LH).</p>
<!-- Shortcode [cta_3_discovery] does not exist -->
<p>Independentemente da existência da garantia do FGC, é prudente que o investidor tome alguns cuidados básicos ao investir em bancos menores. Caso aceite correr um risco adicional ao investir em títulos emitidos por instituições mais arriscadas, observe se os juros pagos são efetivamente maiores de forma a compensar o risco ao qual vai se expor.</p>
<h2>Analisando o risco da instituição financeira em 3 passos</h2>
<p>Para analisar o risco da instituição financeira em que você pretende investir, siga os passos a seguir:</p>
<p>1) Verifique se a<a href="https://www.fgc.org.br/associadas/associated-institutions"> instituição é associada ao FGC</a> e consequentemente está coberta pela garantia do fundo.</p>
<p>2) Consulte os dados da instituição <a href="https://bancodata.com.br/">no site Banco Data</a>, verificando se os chamados índices de Basileia e Imobilização estão dentro do permitido indicadores considerados pelo Banco Central e em patamares confortáveis. Além disso, observe se a instituição já acumula prejuízos. Quanto mais prejuízos acumulados, maior é o risco.</p>
<p>3) Compare o porte da instituição, o tamanho da carteira de crédito e o lucro líquido gerado (caso o resultado apresentado pela instituição seja superavitário) com outros bancos do mercado pelo <a href="https://www3.bcb.gov.br/ifdata/">site do Banco Central</a>. Selecione a data do último levantamento, marque a opção “Conglomerados Financeiros e Instituições Independentes” e escolha o relatório “resumo”.</p>
<p>Com esses três passos, certamente você terá uma noção bem mais acurada sobre a real situação da saúde financeira da instituição em você pretende investir. Assim, poderá tomar decisões mais conscientes do risco que estará correndo ao, por exemplo, fazer um investimento em um banco menor que apresenta uma taxa de juros mais atrativa.</p>
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		<item>
		<title>A estratégia de renda fixa para proteger os investimentos da inflação</title>
		<link>https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/a-estrategia-de-renda-fixa-para-proteger-os-investimentos-da-inflacao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe TradeMap]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2022 15:05:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sofia Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Fixa]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Direto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O investidor já sabe: o ano de 2022 será desafiador para as estratégias de proteção do poder de compra do nosso dinheiro. A inflação, a exemplo de 2021, será mais uma vez implacável. O aumento de preços generalizado em itens de consumo básicos, produtos e serviços, destrói a capacidade de compra do nosso dinheiro. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O investidor já sabe: o ano de 2022 será desafiador para as estratégias de proteção do poder de compra do nosso dinheiro. A inflação, a exemplo de 2021, será mais uma vez implacável.</p>
<p>O aumento de preços generalizado em itens de consumo básicos, produtos e serviços, destrói a capacidade de compra do nosso dinheiro. O que R$ 100,00 podiam comprar há um ano, não são mais capazes de adquirir agora.</p>
<p>O poder de compra se deteriora rapidamente ao longo do tempo, resultando em empobrecimento da população, num cenário de inflação elevada e difusa. Afinal de contas, os salários e o patrimônio de cada um de nós não são reajustados na mesma velocidade que os produtos e serviços sobem de preço.</p>
<p>E quando falamos em investimentos, esse cenário traz uma preocupação ainda maior. Se você não se atentar a estratégias para garantir o alcance de rendimentos reais, acima da inflação, para o seu dinheiro, terá um recuo do seu patrimônio ano a ano.</p>
<h2>Sem trégua</h2>
<p>Se a inflação é dura com a população de forma geral, também não dá trégua para os investidores.</p>
<p>Diante disso, em momentos como o atual, é importante estar atento a uma série de modalidades que têm o poder de repor as perdas inflacionárias e ainda garantir uma rentabilidade real (acima da inflação) satisfatória.</p>
<p>Esse é o caso de ativos de renda fixa atrelados ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a exemplo do Tesouro IPCA, e de CDBs (Certificado de Depósito Bancário), LCAs (Letra de Crédito do Agronegócio), e LCIs (Letra de Crédito Imobiliário) que têm sua rentabilidade atrelada a esse indexador.</p>
<p>CDBs, LCIs e LCAs atrelados ao IPCA rendem o indicador acumulado no período em que seu dinheiro permanece investido mais uma taxa fixa. Eles são ideais para uma alocação conservadora que vai proteger o poder de compra do seu patrimônio.</p>
<h2>Até o fim</h2>
<p>No caso dos títulos do Tesouro IPCA+, o mesmo acontece, mas é necessário que o investidor tenha cautela e se programe para manter esse investimento até o vencimento. Com isso, evita-se possíveis perdas com a chamada marcação a mercado (a que valor o título estará sendo negociado no mercado, se abaixo ou acima do preço de compra) caso o resgate seja feito antecipadamente.</p>
<p>A inflação alta obriga o Banco Central a aumentar a Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, e a mantê-la em patamar elevado por mais tempo como forma de combater o aumento de preços.</p>
<p>A taxa de juros maior afeta de forma direta os investimentos de renda fixa, elevando de forma geral os juros pagos nessas aplicações.</p>
<p>Apesar de, em momentos de aperto inflacionário esse tipo de investimento de renda fixa ser muito bem-vindo, é importante você ter em mente que o IPCA é um índice que mensura uma média de variação de preços de diversos itens de consumo adquiridos por famílias que ganham entre um a 40 salários-mínimos.</p>
<p>Logo, por se tratar de uma média, existem distorções e, muitas vezes, a inflação medida pelo IPCA pode não corresponder a sua inflação pessoal, da sua vida, dos seus gastos.</p>
<blockquote><p><strong>Leia mais:</strong><br />
<a href="http://rir-investimentos-pos-fixados-a-prefixados-agora">Por que preferir investimentos pós-fixados a prefixados agora?</a></p></blockquote>
<p>Além disso, os investimentos de renda fixa que não são isentos de imposto de renda, como os CDBs e títulos do Tesouro Direto, sofrem a tributação não só sobre o ganho real, mas também em cima do valor gerado pela incidência de juros. Isso ocorre ainda que grande parte desses rendimentos corresponda a mera reposição inflacionária medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), considerada a inflação oficial do Brasil.</p>
<p>Sendo assim, os investimentos de renda fixa atrelados ao IPCA não repõem de forma totalmente eficiente as perdas inflacionárias que enfrentamos.</p>
<p>Mas, diante de tantas turbulências no mercado internacional, esse tipo de aplicação é um grande aliado de investidores, sobretudo os mais conservadores, para proteção, ainda que parcial, do seu patrimônio.</p>
<!-- Shortcode [cta_ir_renda_fixa] does not exist -->
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		<item>
		<title>Por que preferir investimentos pós-fixados a prefixados agora?</title>
		<link>https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/por-que-preferir-investimentos-pos-fixados-a-prefixados-agora</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe TradeMap]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2022 18:31:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sofia Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Fixa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Central tem como missão assegurar a estabilidade do poder de compra da moeda e um sistema financeiro sólido e eficiente. E para cumprir tais objetivos, a instituição, por meio do Comitê de Política Monetária (Copom), utiliza a Selic, a taxa básica de juros, como um dos seus principais instrumentos. Os juros interferem diretamente [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/por-que-preferir-investimentos-pos-fixados-a-prefixados-agora">Por que preferir investimentos pós-fixados a prefixados agora?</a> apareceu primeiro em <a href="https://trademap.com.br">TradeMap</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central tem como missão assegurar a estabilidade do poder de compra da moeda e um sistema financeiro sólido e eficiente. E para cumprir tais objetivos, a instituição, por meio do Comitê de Política Monetária (Copom), utiliza a Selic, a taxa básica de juros, como um dos seus principais instrumentos.</p>
<p>Os juros interferem diretamente nos investimentos, sobretudo nos de renda fixa. Se em ascensão, aumentam os prêmios pagos por CDBs, LCIs, LCAs, CRIs, CRAs e debêntures, tornando-os mais atrativos, muitas vezes, do que os de renda variável.</p>
<p>O BC eleva a Selic principalmente para controlar a inflação. O aumento da taxa implica juros maiores em empréstimos e financiamentos no país.</p>
<p>Atualmente, estamos diante de um ciclo de alta da taxa Selic, que passou de 2%, no início do 2021, para 10,75%, no momento que escrevo este artigo, início de março. Com isso, houve um aumento das rentabilidades de investimentos de renda fixa, fazendo com que investidores passassem a analisar com mais interesse essa opção.</p>
<h2>Guerra da Ucrânia</h2>
<p>No cenário atual, além de uma taxa Selic em elevação para frear a alta do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), vimos surgir no contexto econômico e geopolítico internacional um novo acontecimento: a guerra da Ucrânia.</p>
<p>O conflito vai influenciar diretamente os índices inflacionários de 2022 (e talvez os de 2023). Com isso, o ciclo atual da Selic deverá se prolongar.</p>
<p>Mas por que iremos sentir esse impacto na inflação? O conflito no Leste Europeu fez o Ocidente adotar sanções econômicas contra a Rússia, como a expulsão dos bancos do país do sistema Swift de transferências internacionais entre instituições financeiras, bem como o rompimento de relações comerciais.</p>
<blockquote><p><strong>Leia mais: </strong></p>
<p><a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/seus-investimentos-de-renda-fixa-estao-seguros"><strong>Seus investimentos de renda fixa estão seguros?</strong></a></p></blockquote>
<p>A Rússia, no entanto, está entre os principais exportadores mundiais de petróleo, gás natural, e tanto ela quanto a Ucrânia são grandes produtores de commodities como trigo e milho.</p>
<p>Em virtude disso, a deflagração da guerra e a adoção de sanções econômicas tiveram repercussão direta e praticamente imediata na cotação internacional desses produtos. Haveria uma fragilização no fornecimento regular desses bens no mercado global.</p>
<p>Em menos de uma semana, por exemplo, o preço do barril de petróleo no mercado internacional subiu de US$ 90,00 para mais de US$ 110,00, elevação essa que impacta o preço de combustíveis e derivados de petróleo em todo o planeta.</p>
<p>Commodities como trigo e milho, mais caras também vão afetar o preço de alimentos. Tudo isso vai puxar os nossos índices de inflação em 2022.</p>
<p>E essa “novela” você já conhece: índices inflacionários em alta podem pressionar mais ainda a elevação da Selic. Por um lado, isso traz consequências ruins para a economia, freando o consumo, o faturamento de empresas e o crescimento do país. Por outro, gera novas e boas oportunidades na renda fixa, com o incremento nos juros pagos por esses investimentos como o Tesouro Direito, CDBs, LCIs e por aí vai.</p>
<p>Fora que um cenário externo tão turbulento e incerto, aumenta a busca pelos investimentos mais seguros de renda fixa, como é o caso dos títulos do Tesouro.</p>
<h2>Cautela</h2>
<p>Mas, como ainda não sabemos por quanto tempo esse conflito durará e qual será o efetivo impacto dele sobre a economia, o momento é de muita cautela.</p>
<p>O ideal é priorizar os investimentos de renda fixa pós-fixados (atrelados à Selic, CDI e IPCA), que têm a capacidade de reajustar suas rentabilidades caso uma inflação fora do controle seja constatada nos próximos meses.</p>
<p>No prefixado, ao contrário dos investimentos pós-fixados, você compra o título com base na taxa em vigor no mercado. Caso a inflação aumente muito durante o período anterior ao vencimento do ativo, existe o risco de ver o seu dinheiro render pouco ou menos que o índice de preços.</p>
<p>Se no futuro os preços se estabilizarem, ou até mesmo a guerra se encerrar em pouco tempo, quem sabe será o momento de voltar a olhar com confiança e otimismo para a renda fixa prefixada.</p>
<p>Vamos acompanhar o que deve acontecer nos próximos meses!</p>
<p>O post <a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/por-que-preferir-investimentos-pos-fixados-a-prefixados-agora">Por que preferir investimentos pós-fixados a prefixados agora?</a> apareceu primeiro em <a href="https://trademap.com.br">TradeMap</a>.</p>
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		<item>
		<title>Compra periódica e fracionada: a forma mais cautelosa de adquirir papéis prefixados no Tesouro Direto</title>
		<link>https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/compra-periodica-e-fracionada-a-forma-mais-cautelosa-de-adquirir-papeis-prefixados-no-tesouro-direto</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe TradeMap]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 17:01:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sofia Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Direto]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Prefixado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www4.trademap.com.br/?p=123242</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ao investir em títulos públicos do governo federal, por meio do programa conhecido como “Tesouro Direto”, é possível adquirir um ativo que promete, na data do vencimento, uma remuneração com base em um indexador (pré ou pós-fixado) definido no momento de realização do investimento. Há três tipos distintos de títulos do Tesouro Direto, cada um [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/compra-periodica-e-fracionada-a-forma-mais-cautelosa-de-adquirir-papeis-prefixados-no-tesouro-direto">Compra periódica e fracionada: a forma mais cautelosa de adquirir papéis prefixados no Tesouro Direto</a> apareceu primeiro em <a href="https://trademap.com.br">TradeMap</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao investir em títulos públicos do governo federal, por meio do programa conhecido como “Tesouro Direto”, é possível adquirir um ativo que promete, na data do vencimento, uma remuneração com base em um indexador (pré ou pós-fixado) definido no momento de realização do investimento.</p>
<p>Há três tipos distintos de títulos do Tesouro Direto, cada um com características e indexadores de rentabilidade próprios: Tesouro Prefixado, Tesouro Selic e Tesouro IPCA+.  Além desses, o Tesouro informou, no fim do ano, que<a href="https://trademap.com.br/agencia/minhas-financas/tesouro-direto-quer-lancar-titulo-para-aposentadoria-veja-vantagens-e-desvantagens-em-relacao-a-fundos-de-previdencia"> lançará um papel voltado para a aposentadoria</a>.</p>
<p>Neste artigo, vamos falar especificamente do Tesouro Prefixado, sobre como funciona seu mecanismo de rentabilidade e por que a compra feita aos poucos periodicamente pode ser a melhor forma de adquirir títulos públicos com essa característica.</p>
<h2>Valor no vencimento? R$ 1.000,00</h2>
<p>Primeiramente é preciso saber que todo título inteiro do Tesouro Prefixado vale R$ 1.000,00 na data de vencimento. Partindo dessa premissa, perceba que sempre que você compra um Tesouro Prefixado, independentemente da data de vencimento ou da taxa de juros em vigor no momento da aplicação, você adquire um ativo “programado” para valer R$ 1.000,00 no prazo final e que possui essa condição assegurada pelo governo federal.</p>
<p>Por outro lado, se decidir resgatar esse tipo de papel antes do vencimento, não há garantia do valor exato a ser recebido em virtude dos efeitos da chamada marcação a mercado (explico detalhadamente esse assunto <a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/marcacao-a-mercado-na-renda-fixa-que-bicho-e-esse">neste artigo</a>).</p>
<p>Para melhor compreensão, vamos analisar na prática o título Tesouro Prefixado 2024. No momento em que redijo esse artigo, em fevereiro deste ano, esse ativo é oferecido com uma taxa de rentabilidade anual de 11,54%, ao preço unitário de R$ 772,70 e vencimento em 1º de julho de 2024.</p>
<p>É importante perceber que R$ 772,70, submetidos a uma taxa de rentabilidade anual de 11,54%, nessa data de julho de 2024, resultarão no valor unitário de R$ 1.000,00. Portanto, a diferença entre R$ 1.000,00 e R$ 772,70 será a rentabilidade que você terá ao comprar um título inteiro, se levá-lo até o vencimento.</p>
<blockquote><p><strong>Leia mais:</strong><br />
<a href="https://trademap.com.br/agencia/mercados/titulos-atrelados-a-selic-lideram-ganhos-do-tesouro-direto-em-janeiro-saiba-quais-papeis-estao-mais-atrativos"><strong>Títulos atrelados à Selic lideram ganhos do Tesouro Direto em janeiro; saiba quais papéis estão mais atrativo</strong></a></p></blockquote>
<p>Sob essa lógica, como as taxas de juros praticadas nos títulos públicos oscilam todos os dias e como o título prefixado sempre deve valer R$ 1.000,00 no vencimento, cada variação impacta diretamente o valor unitário do título.</p>
<p>Se a taxa de juros cai, para o título valer R$ 1.000,00 no prazo final, o valor unitário tem que subir. Se a taxa sobe, o valor unitário tem que cair.</p>
<h2>Taxa versus preço</h2>
<p>Perceba que é possível identificar claramente um movimento inverso entre taxa e preço do título. Quanto maior é a taxa de rentabilidade, menor é o preço do título, e vice-versa. As taxas praticadas nos títulos públicos têm como principal referência o mercado de juros futuros, com contratos negociados diariamente que representam uma estimativa do mercado para o valor dos juros praticados no país futuramente.</p>
<p>Dessa forma, quando os juros futuros sobem, as taxas dos títulos públicos também sofrem elevação, o que inclui o retorno do Tesouro Prefixado. Por outro lado, quando os juros futuros caem, as taxas dos papéis tendem a ser reduzidas.</p>
<p>Crises institucionais, instabilidade política e práticas governamentais que gerem um aumento da dívida pública implicam elevação das taxas de juros futuros, uma vez que tais acontecimentos aumentam a percepção de risco dos investidores.</p>
<h2>Potencial de ganho</h2>
<p>Para identificar o potencial de ganho de um título, você deve acompanhar o comportamento das taxas dos títulos públicos de forma periódica e analisar a compra de prefixados comparando com períodos anteriores e levando em consideração a taxa Selic e a inflação.</p>
<p>A rentabilidade desses ativos caminha no mesmo sentido do sobe e desce da taxa de juro. Portanto, quanto maior a Selic, maior também será o retorno oferecido para novos investimentos em um papel prefixado.</p>
<p>Mas essa análise é apenas uma tentativa de buscar taxas de rentabilidades interessantes no momento da compra. Como não somos capazes de prever o futuro (quem dera isso fosse possível!), pode ser que, após a aquisição dos títulos, os juros aumentem ainda mais, reduzindo o potencial de lucro.</p>
<p>Esse é um dos riscos embutidos na compra de títulos prefixados. O aumento das taxas após a realização do investimento não levará a ganhos maiores que os contratados. Se o juro mantém uma trajetória de alta, o investidor continuará com o retorno baseado na taxa acordada inicialmente e, portanto, possivelmente menor que a vigente no mercado na data de vencimento.</p>
<p>Além disso, se tiver a necessidade de se desfazer do papel antes do prazo final, o investidor estará exposto à chamada &#8220;marcação de mercado&#8221;, que pode ser impiedosa. O título pode valer menos (ou mais) do que o preço da data de compra.</p>
<p>E não menos importante é a inflação. Preços em alta reduzem o potencial de retorno de um título prefixado.</p>
<p>As variáveis macroeconômicas que o investidor deve considerar são muitas, ainda que algumas estimativas possam ser consultadas, por exemplo, no Boletim Focus. Essa pesquisa do Banco Central com instituições financeiras aponta, entre outros dados, uma visão do mercado para a inflação no ano. <a href="https://www.bcb.gov.br/publicacoes/focus/04022022">Confira aqui o boletim mais recente</a>.</p>
<p>Por isso, a posição mais cautelosa é fazer compras periódicas e fracionadas (pouco a pouco) para minimizar os riscos e garantir, assim, uma rentabilidade média vantajosa em relação aos juros pagos em investimentos disponíveis no mercado. Isso nada mais é que a aplicação da regra da diversificação, mesmo se tratando de um mesmo tipo de investimento.</p>
<p>Passado algum período, você terá uma carteira de títulos prefixados com diferentes taxas de retorno, comprados com os menores preços unitários possíveis no momento da realização da compra.</p>
<p>O post <a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/compra-periodica-e-fracionada-a-forma-mais-cautelosa-de-adquirir-papeis-prefixados-no-tesouro-direto">Compra periódica e fracionada: a forma mais cautelosa de adquirir papéis prefixados no Tesouro Direto</a> apareceu primeiro em <a href="https://trademap.com.br">TradeMap</a>.</p>
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		<title>Seus investimentos de renda fixa estão seguros?</title>
		<link>https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/seus-investimentos-de-renda-fixa-estao-seguros</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe TradeMap]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jan 2022 15:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sofia Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Garantidor de Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Fixa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao aplicar em renda fixa, você se torna credor de uma instituição emissora de um investimento, que, por sua vez, passa a ser sua devedora. Tendo isso em vista, é importante perceber que cada tipo de investimento de renda fixa conta com um devedor distinto e, portanto, com risco de crédito (calote) diferente. Dessa forma, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao aplicar em renda fixa, você se torna credor de uma instituição emissora de um investimento, que, por sua vez, passa a ser sua devedora. Tendo isso em vista, é importante perceber que cada tipo de investimento de renda fixa conta com um devedor distinto e, portanto, com risco de crédito (calote) diferente.</p>
<p>Dessa forma, quando você aplica seu dinheiro em um título público por meio do Tesouro Direto, por exemplo, está de fato emprestando dinheiro para o governo federal, que é o emissor de dívida com menor risco de calote no mercado financeiro.</p>
<p>Já quando investe em uma LCI (Letra de Crédito Imobiliário), em uma LCA (Letra de Crédito Agrícola) ou em um CDB (Certificado de Depósito Bancário), o que efetivamente acontece é um empréstimo para uma instituição bancária, que naturalmente possui um risco de crédito maior do que o dos títulos públicos federais. E da mesma forma ocorre com RDBs (Recibos de Depósitos bancários), CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), CRAs (Certificados de Recebíveis Agrícolas) e debêntures.</p>
<p>Nesses investimentos, os emissores são sociedades e cooperativas de crédito, empresas privadas atreladas aos setores agrícola e imobiliário e empresas de diversas áreas da economia. Todos esses produtos são, portanto, também mais arriscados que os títulos emitidos pelo governo.</p>
<p>Mas com a expansão da economia e o desenvolvimento do mercado financeiro brasileiro, tornou-se crescente a preocupação das autoridades regulatórias com a estabilidade do sistema financeiro. Afinal de contas, um eventual calote de uma instituição privada poderia gerar um efeito cascata de quebra de outras instituições.</p>
<p>Além disso, haveria o risco de insolvência de investidores, que poderiam ter todo o patrimônio perdido em caso de falência da instituição em que seu dinheiro estivesse investido.</p>
<p>Atento a esse risco, em 1995, o Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou a criação de uma entidade privada, sem fins lucrativos, com o objetivo de administrar mecanismos de proteção para detentores de títulos de créditos de instituições financeiras. Assim, em novembro daquele ano, foi criado o Fundo Garantidor de Créditos, conhecido pela sigla FGC.</p>
<p>O fundo atua de forma preventiva em todo o sistema bancário e financeiro, para garantir um funcionamento fluido e seguro de todo o sistema em caso de quebra de instituições.</p>
<blockquote><p><strong>Leia mais: </strong><a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/como-mensurar-o-risco-de-um-investimento-de-renda-fixa-para-ter-maior-retorno"><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;">Como mensurar o risco de um investimento de renda fixa para ter maior retorno?</span></a></p></blockquote>
<p>São garantidos por ele os recursos de investidores depositados, dentre outros, nos seguintes meios: depósitos à vista em instituições financeiras, depósitos em poupança, CDBs, ), LCIs, LCAs, RDBs, Letras de Câmbio (LC), Letras Hipotecárias (LH), depósitos a prazo, com ou sem emissão de certificado. Portanto, quando você investe em um CDB, caso haja a quebra da instituição financeira emissora dessa aplicação de renda fixa, você, credor, está protegido contra a insolvência da instituição graças ao FGC.</p>
<p>Mas há um limite para a cobertura, de R$ 250 mil credor e por instituição. A proteção do FGC prevê ainda um total de R$ 1 milhão por CPF para garantias pagas dentro de um período de quatro anos. <a href="https://www.fgc.org.br/associadas/associated-institutions">Você pode ver a relação de instituições financeiras associadas ao FGC aqui</a>.</p>
<p>Ainda que haja o FGC como “camada” de proteção contra eventuais quebras de instituições financeiras, o investidor diligente, contudo, não está eximido de pesquisar sobre a saúde do emissor dos títulos em que pretende investir.</p>
<p>Isso porque, apesar da garantia sobre os investimentos citados, o FGC não possui liquidez de recursos suficiente para honrar com todos os investimentos cobertos por ele em caso de quebra de uma quantidade significativa de instituições em um curto período de tempo ou de alguma de maior porte. Em junho de 2021, o fundo tem a liquidez de apenas 2,04% do saldo de depósitos elegíveis, <a href="https://www.fgc.org.br/backend/upload/media/arquivos/Nossos%20Numeros/Demonstrac%CC%A7o%CC%83es%20Financeiras/Relatorio%20Anual/relatorio_semestral_2021.pdf">conforme relatório semestral</a>.</p>
<p>Em um cenário improvável, mas não impossível, de quebra generalizada de instituições financeiras, o FGC não teria liquidez para honrar nem 5% dos depósitos que são por ele protegidos.</p>
<p>Por causa disso é que sempre digo: não escolha investimentos de renda fixa apenas pela rentabilidade. Leve sempre em conta a solidez e a saúde financeira da instituição em que você aplica seu dinheiro, pois, apesar da existência do FGC, ele não é uma garantia tão robusta quanto muitas pessoas julgam ser.</p>
<p>Por isso, seja diligente, não aplique seu dinheiro em qualquer investimento de renda fixa atentando apenas para a rentabilidade sem antes saber o histórico da instituição financeira escolhida. Pesquisar dados sobre ela é fundamental para investir com segurança, ainda que seja na renda fixa.</p>
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		<title>Como mensurar o risco de um investimento de renda fixa para ter maior retorno?</title>
		<link>https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/como-mensurar-o-risco-de-um-investimento-de-renda-fixa-para-ter-maior-retorno</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe TradeMap]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Dec 2021 15:23:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sofia Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Fixa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao escolher a renda fixa, o investidor deve ter em mente que, na prática, empresta seu dinheiro para um emissor de um produto financeiro em troca de uma compensação financeira. O chamado prêmio corresponde aos juros pagos pelos investimentos de renda fixa. Além disso, é importante ter em consideração que, se existem diversos tipos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao escolher a renda fixa, o investidor deve ter em mente que, na prática, empresta seu dinheiro para um emissor de um produto financeiro em troca de uma compensação financeira. O chamado prêmio corresponde aos juros pagos pelos investimentos de renda fixa.</p>
<p>Além disso, é importante ter em consideração que, se existem diversos tipos de emissores, cada um tem um risco de crédito distinto (risco de inadimplência, de não pagamento) associado. Isso precisa ser levado em conta quando você for escolher aplicações de renda fixa para investir.</p>
<p>O emissor mais seguro que existe hoje no mercado financeiro é o governo federal. Assim, ao investir em um título público pelo Tesouro Direto, que é a plataforma de negociação de papéis emitidos pelo governo federal, você está aplicando seu dinheiro em um investimento que, tecnicamente, é o mais seguro no mercado financeiro brasileiro. Esse título é mais seguro porque está sujeito apenas ao risco de crédito do governo, que é muito baixo.</p>
<p>Já se você decide investir em um CDB (Certificado de Depósito Bancário) de um banco de pequeno porte, está aplicando seu dinheiro num investimento mais arriscado que os títulos emitidos pelo governo. Tecnicamente, o risco de uma instituição financeira de menor porte ter problemas de liquidez e solvência para honrar seus compromissos (e aqui se inclui seu CDB) é maior.</p>
<p>Sob essa ótica de que há emissores de investimentos de renda fixa mais ou menos arriscados é que surge o conceito de prêmio de risco.</p>
<p>Prêmio de risco é a relação entre o risco existente e o retorno prometido por certo investimento de renda fixa. Se ao investir nos títulos públicos do governo federal você tem um risco associado muito menor do que em um CDB de um banco de menor porte, é natural que a compensação oferecida, isto é, o retorno por aplicar nesses títulos, seja menor.</p>
<p>Dessa forma, você recebe um prêmio pelo risco menor, já que corre menos risco de inadimplência ao investir em títulos públicos. Por outro lado, se a opção for investir em uma instituição menos sólida, você estará se sujeitando a um risco de crédito maior. E, em razão disso, é esperado que seja recompensado com um prêmio pelo risco maior do que aquele aceito para aplicar em títulos públicos federais.</p>
<p>Logo, sempre que escolher opções de investimentos de renda fixa que tenham um risco de crédito maior do que o dos títulos públicos do governo federal, você deve buscar por taxas de juros mais elevadas. O objetivo é, justamente, ser recompensado por esse risco adicional.</p>
<blockquote><p>Se a instituição não remunera seu investimento com uma taxa de juros maior do que a dos títulos públicos federais com tipos de retorno correspondentes (com taxas indexadas à Selic, ao IPCA ou prefixadas), isso significa que talvez a opção não seja um bom investimento sob a ótica de prêmio de risco. Portanto, levando isso em conta, investimentos mais arriscados sempre devem pagar juros maiores ao investidor.</p></blockquote>
<p>E se os títulos públicos são os investimentos menos arriscados do mercado, logo em seguida, com risco um pouco maior, temos: CDBs, RDBs (Recibos de Depósito Bancário), LCIs (Letras de Crédito Imobiliário), LCAs (Letras de Crédito Agrícola), LCs (Letras de Câmbio), e LHs (Letras Hipotecárias). Esses são investimentos de renda fixa garantidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos).</p>
<p>O FGC é uma entidade privada que atua de forma preventiva em todo o sistema bancário e financeiro, a fim de garantir um funcionamento seguro do mercado em caso de quebra de instituições. Portanto, quando você investe em um CDB, por exemplo, e o banco emissor dessa aplicação de renda fixa quebra, você, credor, está protegido contra a insolvência da instituição graças ao FGC, desde que obedecidas as regras e os limites estabelecidos pelo fundo.</p>
<blockquote><p><strong>Leia mais:</strong> <a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/o-que-e-o-cdi-e-como-ele-pode-interferir-na-rentabilidade-dos-seus-investimentos"><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;">O que é o CDI e como ele pode interferir na rentabilidade dos seus investimentos</span></a></p></blockquote>
<p>Na sequência, temos CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), CRAs (Certificados de Recebíveis Agrícolas) e debêntures, que são mais arriscados por não terem garantia do FGC. Além disso, esses investimentos têm risco elevado porque estão diretamente vinculados ao risco de crédito da própria empresa emissora desses certificados. Assim, à medida que você avança na análise dos investimentos de renda fixa, deve buscar ativos que, se mais arriscados, retribuam melhor o risco que você, investidor, aceita correr.</p>
<p>E não é só o risco de crédito, variável conforme o emissor (governo federal, bancos ou empresas privadas), que deve ser analisado. O tempo é outro fator de risco a ser levado em consideração. Investimentos mais longos (com vencimento mais distante) têm risco maior e devem oferecer taxas de juros mais altas ao investidor.</p>
<p>Dessa forma, ao aplicar em renda fixa, você deve levar em conta que os emissores desse tipo de investimento possuem riscos de crédito maiores ou menores. E que, quanto mais distante for a data de vencimento da aplicação, mais arriscada ela será. Não se esqueça de que, quanto maior o risco, maior deve ser o retorno pago pela instituição.</p>
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		<title>O topo da Selic e a possibilidade de travar um rendimento elevado</title>
		<link>https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/o-topo-da-selic-e-a-possibilidade-de-travar-um-rendimento-elevado</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe TradeMap]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 18:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sofia Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último dia 21 de outubro, o Comitê de Política Monetária (Copom), órgão vinculado ao Banco Central, elevou a taxa básica de juros da economia, a chamada taxa Selic, em 1,5 ponto percentual, de 6,25% para 7,75% ao ano. Com apenas mais uma reunião neste ano, marcada para os próximos dias 7 e 8 de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/o-topo-da-selic-e-a-possibilidade-de-travar-um-rendimento-elevado">O topo da Selic e a possibilidade de travar um rendimento elevado</a> apareceu primeiro em <a href="https://trademap.com.br">TradeMap</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No último dia 21 de outubro, o Comitê de Política Monetária (Copom), órgão vinculado ao Banco Central, elevou a taxa básica de juros da economia, a chamada taxa Selic, em 1,5 ponto percentual, de 6,25% para 7,75% ao ano.</p>
<p>Com apenas mais uma reunião neste ano, marcada para os próximos dias 7 e 8 de dezembro, é esperado mais um aumento da mesma magnitude, ou seja, de 1,5 ponto percentual, com a Selic encerrando 2021 a 9,25% ao ano.</p>
<p>Para 2022, conforme <a href="https://trademap.com.br/mercado-passa-a-prever-selic-mais-alta-por-mais-tempo-segundo-focus/">expectativas de mercado divulgadas pelo Boletim Focus</a>, ainda teremos novas elevações da Selic, que pode chegar a 11,25% ao ano.</p>
<p>E como esse aumento consistente da Selic ao longo dos meses impacta seus investimentos de renda fixa?</p>
<p>Primeiramente, é importante saber que essa subida da taxa, que vem sendo percebida gradualmente desde o primeiro semestre de 2021 (veja o gráfico da evolução da Selic), tem como um de seus objetivos controlar a inflação, medida por alguns indicadores, mas com referência no IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).</p>
<figure id="attachment_102026" aria-describedby="caption-attachment-102026" style="width: 861px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-102026 size-full" title="Selic tm 1" src="https://trademap.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Selic-tm-1.png" alt="Selic tm 1" width="861" height="572" srcset="https://trademap.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Selic-tm-1.png 861w, https://trademap.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Selic-tm-1-300x199.png 300w, https://trademap.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Selic-tm-1-768x510.png 768w, https://trademap.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Selic-tm-1-150x100.png 150w" sizes="(max-width: 861px) 100vw, 861px" /><figcaption id="caption-attachment-102026" class="wp-caption-text">Fonte: TradeMap</figcaption></figure>
<p>Contudo, a despeito dos sucessivos aumentos da Selic ao longo de 2021, esse ciclo de elevação dos juros ainda não foi suficiente para compensar as perdas geradas pela alta da inflação.</p>
<p>No momento em que escrevo esse artigo, temos uma taxa Selic de 7,75% ao ano e um IPCA acumulado nos últimos 12 meses de 10,67%, o que foge muito do centro da meta estipulado pelo Banco Central, de 3,75% em 2021.</p>
<p>Quando subtraímos uma inflação de 10,67% dos 7,75% da Selic anual temos, em termos aproximados, -2,92% de juro real. Dessa forma, para o atual patamar de inflação e taxa Selic, nós investidores temos uma perda do poder de compra de -2,92% ao ano caso mantivermos nosso dinheiro aplicado a uma taxa de juros próxima à da Selic.</p>
<p>Então, quando deixamos nosso dinheiro aplicado na <a href="https://trademap.com.br/com-selic-perto-dos-85-ao-ano-retorno-da-caderneta-de-poupanca-esta-prestes-a-mudar-vale-a-pena-investir/">poupança &#8212; que vai render 0,5% ao mês quando a Selic ultrapassar 8,5% ao ano</a> &#8211;, no título público Tesouro Selic (que tem sua rentabilidade atrelada à taxa Selic) ou em um CDB que renda 100% do CDI (cuja taxa é muito próxima à da Selic), vemos que a rentabilidade anual a ser paga por esses investimentos, no cenário atual, não é capaz de repor totalmente as perdas geradas pela inflação.</p>
<p>Dessa forma, com o passar do tempo, o capital aplicado nesses tipos de investimento está de fato perdendo seu poder real de compra.</p>
<p>Contudo, um dos efeitos positivos para o investidor com o aumento da Selic é que, apesar de nos dias atuais os investimentos a ela atrelados não serem capazes de repor as perdas trazidas pela inflação, fato é que a elevação da inflação da Selic provoca um aumento de forma geral nos prêmios pagos pelos investimentos de renda fixa. Além disso, o aumento da Selic tem um efeito esperado de reduzir a escalada da inflação vista em 2021.</p>
<p>Ou seja, quanto mais a Selic aumenta, cresce a tendência de maior remuneração a ser paga pelos investimentos de renda fixa, o que os torna cada vez mais atrativos.</p>
<p>Além disso, a elevação da Selic tende a controlar a inflação, de forma que, num cenário futuro não muito distante, certamente deixaremos de ter investimentos de renda fixa como o Tesouro Selic ou os CDBs de liquidez diária apresentando rentabilidades reais negativas.</p>
<p>Com isso, o que podemos perceber é que, com o aumento da Selic, podemos constatar o aumento dos juros pagos pelos investimentos de renda fixa em geral (nos quais se incluem os títulos do Tesouro Direto, os CDBs, as LCIs, as LCAs e as debêntures), o que beneficia direta e imediatamente o investidor de renda fixa.</p>
<p>Assim, momentos como o atual, de franca escalada da Selic, abrem excelentes oportunidades na renda fixa, seja em investimentos pós-fixados atrelados ao CDI e ao IPCA, ou, sobretudo, nos produtos com rentabilidade prefixada.</p>
<p>Investir em papéis prefixados em momentos de mercado próximo ao topo da Selic (que segundo estimativas deve atingir os 11,25% ao fim de 2022) permite ao investidor “travar” a rentabilidade em patamares elevados. Isso significa que é possível garantir taxas reais positivas durante alguns anos, já que o aumento da Selic tende a provocar a queda do IPCA e a elevação dos prêmios pagos pela renda fixa.</p>
<p>Mas lembre-se: quanto mais longo é o prazo de vencimento do investimento, sobretudo dos prefixados, maior é o seu risco, o que deve ser levado em consideração pelo investidor.</p>
<p>O post <a href="https://trademap.com.br/agencia/colunistas/sofia-abreu/o-topo-da-selic-e-a-possibilidade-de-travar-um-rendimento-elevado">O topo da Selic e a possibilidade de travar um rendimento elevado</a> apareceu primeiro em <a href="https://trademap.com.br">TradeMap</a>.</p>
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