Do caso Evandro aos novos detetives: como Ivan Mizanzuk concluiu seu novo livro
Quando se imagina um detetive na vida real, é possível imaginar alguém com um sobretudo, lupa na mão e chapéu combinando. Talvez carregando um monóculo ou um relógio de bolso, como nos clássicos da literatura mundial envolvendo a obra de Sir Arthur Conan Doyle e seu histórico Sherlock Holmes. Esse não é Ivan Mizanzuk.
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