Oncoclínicas, Hapvida, Bradesco, Azzas, Taesa e mais ações para acompanhar hoje

O radar corporativo desta quarta-feira (26) tem como destaque a obrigatoriedade da gestora americana Centaurus realizar uma oferta pública de aquisição (OPA) de ações da Oncoclínicas (ONCO3). Além disso, o Bradesco (BBDC4) nega acordo com Advent e Bain para compra da Amil.
Já a Hapvida (HAPV3) aprova até R$ 250 mi em recompra de debêntures.
A Desktop (DESK3), por sua vez, compra fatia restante da Fasternet por R$ 98 milhões.
C&A (CEAB3), Azzas (AZZA3) e Positivo (POSI3) informaram mudanças acionárias relevantes.
Confira mais destaques:
Oncoclínicas (ONCO3)
A diretoria colegiada da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) decidiu por unanimidade nesta terça-feira que a gestora americana Centaurus deverá realizar uma oferta pública de aquisição (OPA) de ações da Oncoclínicas.
A determinação do órgão foi divulgada no fim da noite desta terça-feira. O colegiado reverteu o entendimento da área técnica do órgão. Com a decisão, a gestora terá que desembolsar mais de R$ 6 bilhões para comprar a participação dos minoritários na rede de clínicas oncológicas.
Bradesco (BBDC3;BBDC4)
O Bradesco afirmou, em resposta à CVM, que não possui acordo vinculante com os fundos Advent e Bain Capital para a compra da operadora de saúde Amil. A manifestação ocorreu após reportagem de O Globo apontar que o banco disponibilizaria R$ 12 bilhões para a operação.
Hapvida (HAPV3)
A Hapvida informou que aprovou o emprego de até R$ 250 milhões na recompra de debêntures de sua própria emissão e na liquidação antecipada de operação de hedge, segundo comunicado divulgado nesta terça-feira.
Desktop (DESK3)
A Desktop (DESK3) anunciou nesta terça-feira (25) que sua subsidiária Desktop Internet acertou acordo para compra da participação remanescente de 30% no provedor de internet Fasternet por R$ 98 milhões.
Positivo Tecnologia (POSI3)
Grupo de investidores reduziu sua participação na companhia para 6,56 milhões de ações, equivalentes a 4,63% das ações ordinárias.
Azzas 2154 (AZZA3)
A BlackRock passou a deter 10,06 milhões de ações ordinárias, correspondentes a 4,872% do total, além de derivativos equivalentes a 0,009% das ações.
C&A (CEAB3)
O Morgan Stanley, considerando suas subsidiárias e fundos, atingiu exposição equivalente a 5,1% do total de ações ordinárias da C&A.
Taesa (TAEE11)
A Taesa informou que o ONS liberou a operação do 3º banco de autotransformadores da SE Rio Grande II. Com a energização, a controlada São Pedro Transmissora passa a receber R$ 5,8 milhões em receita anual permitida (RAP) no ciclo 2026-2027, com efeitos retroativos entre 14 e 21 de agosto. O valor é provisório e estará sujeito à revisão tarifária de 2029.
Oi (OIBR3)
A Primeira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decretou nesta terça-feira a falência da Oi. A tele carioca já tinha tido a falência decretada em novembro do ano passado, mas a decisão foi suspensa após bancos terem recorrido, o que levou a companhia de volta ao seu segundo processo de recuperação judicial.
























