O gatilho para dividendos da Vale (VALE3), o alívio que vem do Oriente Médio e o que mais afeta o seu bolso hoje

O peso das obrigações da Vale (VALE3) com os desastres de Mariana e Brumadinho está diminuindo. Embora os pagamentos de indenização dos maiores desastres ambientais e humanos ligados à mineração ainda perdure por muitos anos, 2027 deve ver um alívio no caixa.
Anos depois dos dois desastres, que deixaram cidades destruídas, rios contaminados e centenas de mortes, a Vale já pagou dezenas de bilhões de reais em reparações e descaracterização de barragens.
Além dos moradores das cidades, os investidores em ações da mineradora Vale também podem sentir uma melhora no bolso. A partir do ano que vem, o dividendo pago pela mineradora pode subir e atrair uma nova parcela de acionistas.
Entenda tudo nesta matéria aqui, da repórter Bia Azevedo.
Esquenta dos mercados
EUA e Irã chegaram a um novo acordo de cessar-fogo que inclui a livre navegação no Estreito de Ormuz, segundo fontes em Teerã e no Paquistão. A expectativa é que um anúncio oficial seja feito nos próximos dias.
Com a possível trégua, os preços do petróleo caem pelo terceiro dia consecutivo. Já na Ásia, as bolsas fecharam o pregão desta quarta-feira (26) em alta, impulsionadas pelo avanço diplomático.
Enquanto isso, os mercados europeus amanhecem sem uma direção única. Por lá, os investidores digerem as falas do Banco Central Europeu (BCE) e economista alemã Isabel Schnabe, que afirmaram que as taxas de juros da zona do euro precisam subir mais.
Na visão deles, o conflito no Oriente Médio e o desempenho econômico surpreendentemente forte do bloco representam riscos de alta para a inflação.
Além disso, os participantes dos mercados internacionais estão de olho na divulgação de dados de inflação dos EUA e do balanço da Nvidia hoje.
Em Wall Street, o clima é semelhante, com os índices futuros de Nova York caminhando em direções opostas.
Por lá, os investidores aguardam o PCE (índice de preços e gastos com consumo pessoal) do país, indicador preferido do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) para balizar a decisão sobre juros.
Já no Brasil, o destaque fica por conta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15).
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PLANEJANDO O FUTURO
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AINDA NÃO É DESSA VEZ
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VEM COISA BOA POR AÍ?
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R$ 306 BILHÕES EVAPORARAM
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HORA DE PEDIR DINHEIRO?
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