Em nome de Lula, Durigan acena com ajuste gradual das contas públicas para reduzir juros
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou nesta quinta-feira (20) que, em um eventual novo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que concorre novamente à reeleição, a equipe econômica promoverá um ajuste das contas públicas na mesma intensidade da gestão — de dois pontos do Produto Interno Bruto (PIB), um movimento gradual. Falando como representante da campanha de Lula à rádio CBN, o ministro declarou que o "arcabouço fiscal", a atual regra para as contas públicas aprovada em 2023, será mantida, e que a equipe econômica seguirá trabalhando em propostas para cortar gastos obrigatórios e retomar receitas, ou seja aumentar a arrecadação, "no que for injusto". "De modo que a gente faça um esforço fiscal, como foi feito nesse governo, que a gente fez um esforço fiscal de de 2% do PIB. Isso é o fundamental para as pessoas entenderem que não tem navegação no escuro. Que estamos prontos para fazer um esforço de mesma dimensão [em um eventual novo mandato de Lula]", disse o ministro da Fazenda.






















































