Economista do Itaú aponta primeiro ativo a se valorizar se eleição destravar o fiscal
Se o Brasil restaurar a credibilidade fiscal depois das eleições, o primeiro ativo a se valorizar não será a bolsa nem o câmbio, e sim os juros longos. A previsão é do economista-chefe do Itaú, Diogo Guillen, feita durante painel da B3 Week mediado pelo CEO da B3, Chris Egan, ao lado do economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato.
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