Cyrela (CYRE3) e Eztec (EZTC3) podem destravar valor com venda de torres corporativas
O Bradesco BBI vê potencial de destravamento de valor com uma eventual venda das torres corporativas da Cyrela (CYRE3) e da Eztec (EZTC3). Para a Cyrela, a Pininfarina Corporate Tower representa cerca de 6% do valor de mercado, enquanto para a Eztec a venda das Esther Towers poderia representar 19%.
Segundo os analistas Bruno Mendonça, Pedro Lobato e Herman Lee, a venda da torre da Cyrela parece mais provável no curto prazo, por estar totalmente locada para o Nubank (BDR: ROXO34) e em uma região com forte demanda.
No caso da Eztec, o potencial é maior, mas há um desafio entre o preço de R$ 1,9 bilhão esperado pela gestão e a estimativa de mercado de cerca de R$ 1,5 bilhão.
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O BBI afirma que não recomenda a compra das ações apenas pela possível venda dos ativos, mas destaca que os valuations descontados, a sensibilidade ao ciclo de juros e os potenciais eventos de monetização tornam as duas teses pouco atraentes para posições vendidas.
O banco mantém recomendaçaõ de compra para Cyrela, com preço-alvo de R$ 36, e neutra para Eztec, com preço-alvo de R$ 17 para o fim de 2027.





















