Ibovespa Futuro recua à espera da inflação dos EUA e de olho no cenário político
O Ibovespa Futuro opera em baixa nesta quinta-feira (10), com investidores à espera de dados de inflação nos Estados Unidos, enquanto o petróleo voltou a US$ 100 por barril. No Brasil, o mercado acompanha de perto a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e o cenário político. Às 9h05 (horário de Brasília), o contrato caía 0,76%, aos 187.180 pontos.
A decisão de política monetária do Banco Central Europeu, com expectativa de alta dos juros, também fica no radar em meio à escalada dos ataques no Oriente Médio, o que provocou nova apreensão nos mercados globais de títulos.
Os EUA divulgam nesta quinta-feira os dados de preços ao produtor e a inflação ao consumidor na sexta, o que pode levar o Federal Reserve a elevar a taxa de juros dos EUA em sua reunião de 15 a 16 de setembro.
No cenário nacional, a escalada da crise no STF segue como ponto de atenção.
Na véspera, o presidente do STF, Edson Fachin, cassou as decisões liminares concedidas anteriormente pelos colegas André Mendonça e Flávio Dino que discutiam a permanência ou não no cargo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e ainda retirou Alexandre de Moraes da relatoria do inquérito das fake news.
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Vale, Petrobras, Light, Motiva e mais ações para acompanhar nesta quinta
Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 0,17%, S&P Futuro recuava 0,02% e Nasdaq Futuro tinha desvalorização de 0,35%.
Dólar, exterior e commodities
O dólar futuro operava com alta de 0,38%, aos R$ 5,147.
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em direções opostas nesta quinta. No Japão, o Nikkei 225 e o Topix, índice mais amplo, avançaram 0,2% cada, encerrando o pregão aos 65.270,95 e 4.054,58 pontos, respectivamente.
Os preços do petróleo sobem após o Irã declarar estar preparado para uma guerra mais intensa, em meio à escalada das hostilidades no Oriente Médio, alimentando temores de maiores perturbações no Estreito de Ormuz.
As cotações do minério de ferro na China caíram pela segunda sessão consecutiva, atingindo o nível mais baixo em quase uma semana, pressionados por preocupações com a queda na demanda na China, principal consumidora, devido à redução das margens de lucro do setor siderúrgico.
(Com Reuters)


















