A herança desigual, as ameaças ao Irã e eleições presidenciais 2026: o que move os mercados hoje

Não importa o quão saudável seja uma família, a divisão de uma herança pode criar rusgas, desavenças e mágoas que podem perdurar pelo restante da vida.
Fazer um inventário após a morte de um parente já não é uma tarefa fácil. Há um alto custo com impostos e cartórios, imóveis ou contas irregulares e muitos documentos para serem preenchidos.
E, em muitos casos, a discussão entre herdeiros atrasa ainda mais o processo. Um debate sobre o valor adequado para a venda de um imóvel, por exemplo, pode deixar a casa desocupada e sem manutenção por anos, reduzindo o valor que seria distribuído.
Já em outros casos, há um entendimento de que alguns não deveriam receber o mesmo valor que outros. A venda e divisão de um imóvel em que um dos herdeiros mora, por exemplo, pode deixá-lo desabrigado por um tempo. E, para um irmão que cuidou dos pais até o fim da vida, quando os outros mal ajudaram, uma divisão igual não parece muito justa.
Agora, pelo menos, há um entendimento que nem sempre a divisão dos quinhões precisa ser igual, segundo o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Mas isso não vale para todos os casos — e ainda é preciso que os herdeiros cheguem a um acordo. A repórter Monique Lima conversou com diversos advogados e explica cada detalhe nesta matéria aqui.
Esquenta dos mercados
Os investidores começam a semana segurando o fôlego por conta do conflito no Oriente Médio. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, prometeu uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira (24) para abordar a nova pressão econômica contra o Irã.
Na quinta-feira passada, Bessent afirmou que o governo norte-americano aplicaria as piores sanções da história à Teerã, ameaça que já foi feita no passado por Donald Trump.
Apesar disso, os preços do petróleo amanhecem e forte queda após uma longa sequência de ganhos.
Em ritmo de cautela, as bolsas asiáticas fecharam o pregão de hoje em queda generalizada. Já os mercados europeus iniciam o dia oscilando perto da estabilidade.
Em Wall Street, os índices futuros de Nova York indicam um dia de perdas na região.
Por aqui, os investidores se voltam para o Boletim Focus desta semana e para a corrida eleitoral.
Em meio a uma agenda internacional e local esvaziada, a mais recente pesquisa do BTG Pactual/Nexus sobre as eleições ganha destaque, enquanto os eleitores digerem o primeiro debate entre os presidenciáveis, que ocorreu no domingo (23).
Outros destaques do Seu Dinheiro
SOB PRESSÃO
TRXF11 está dando um passo maior que a perna? CEO responde, mas mercado não compra e cota cai mais de 9% nesta semana. Na sexta-feira (21), o TRXF11 fechou o dia em queda de quase 3%, a R$ 71,70. Vale lembrar que, no início do ano, o fundo era negociado a R$ 91,63.
DEFESA
Nova aposta dos irmãos Batista: Joesley e Wesley compram Avibras, maior indústria bélica do país e que está em profunda crise. A aquisição da Avibras marca a entrada dos irmãos no setor de defesa, impulsionando a retomada da maior indústria bélica brasileira.
SETOR FARMACÊUTICO
Efeito Mounjaro: farmácias seguem no radar do BTG com boom dos GLP-1e avanço de genéricos. Banco manteve visão positiva para redes de farmácias após crescimento nas vendas em julho.
MERCADO DE LUXO
Rolex, Cartier, Patek Philippe e mais: quanto custa montar a ‘coleção básica’ de relógios de um milionário. Entre modelos que foram à Lua, nasceram da aviação e viraram símbolos de status, a coleção revela quanto custa começar no topo da alta relojoaria.
The post A herança desigual, as ameaças ao Irã e eleições presidenciais 2026: o que move os mercados hoje appeared first on Seu Dinheiro.
























