Correios abrem novo programa de demissão voluntária
Os Correios abriram um novo Programa de Desligamento Voluntário (PDV), que prevê um incentivo financeiro para quem quiser sair da empresa. As inscrições para o programa começaram nesta quinta-feira (20) e vão até o dia 30 de setembro. A adesão é voluntaria. No programa aberto no início deste ano, houve 3.181 adesões voluntárias. Agora no g1 A projeção do plano de reestruturação da estatal era de 10 mil desligamentos neste ano. Por isso, logo após o encerramento do primeiro PDV, os Correios passaram a estudar um segundo plano de demissão voluntária -- que foi aberto agora. O incentivo: varia de R$ 24,4 mil a R$ 459 mil; é pago integralmente, em parcela única; valor é depositado até o décimo dia do mês seguinte ao desligamento. não tem incidência de Imposto de Renda nem recolhimento de FGTS. Em nota, os Correios afirmaram que o plano de desligamento integra as iniciativas de reestruturação e sustentabilidade dos Correios, representando um novo ciclo do programa de desligamento voluntário. "A medida foi concebida para atender às adequações e particularidades decorrentes do processo de reestruturação da empresa. As estimativas de adesão e os impactos financeiros estão contemplados nos estudos e nas projeções econômicas divulgados anteriormente". Crise nos Correios Em 2022, a empresa fechou as contas com mais de R$ 700 milhões no vermelho. O rombo em 2024 cresceu e foi de R$ 2,5 bilhões. De janeiro a setembro do ano passado, o prejuízo foi de R$ 6 bilhões No primeiro trimestre de 2026, os Correios registraram um prejuízo de R$ 3,1 bilhões. O rombo nos três primeiros meses deste ano é 82,35% maior do que o verificado no mesmo período do ano passado, quando a estatal registrou um prejuízo de R$ 1,7 bilhão. Em todo o ano de 2025, o rombo foi de R$ 8,5 bilhões e a previsão para 2026 é de um resultado ainda pior nas contas, segundo cálculos da própria estatal. Os Correios têm tomado uma série de medidas para sanear as contas e projetam chegar a um superávit somente em 2027. Prejuízo dos Correios triplica em 2025 e fica em R$ 8,5 bilhões Jornal Nacional/ Reprodução

























































