Como funciona a calculadora de Aportes para a meta do TradeMap
Definir um objetivo financeiro é fácil, difícil é saber quanto precisa sair do bolso todo mês para chegar lá no prazo. A conta envolve o rendimento do que já está guardado, o rendimento dos aportes futuros e, se a meta for corrigida, a inflação que eleva o alvo ao longo do caminho. A calculadora resolve isso e devolve o valor do aporte mensal.
A calculadora apura quanto é preciso investir por mês para alcançar um objetivo em um prazo determinado. Parte da meta, do prazo em meses, do valor já guardado, do retorno esperado, da opção de corrigir a meta pela inflação e, opcionalmente, do aporte que o usuário consegue fazer, e devolve o aporte mensal necessário, o valor da meta na data-alvo, o total que será aportado, os juros acumulados no período e a divisão entre o que vem do bolso e o que vem do rendimento.
Os campos de entrada
Meta é o objetivo em reais de hoje, e Prazo (meses) é o tempo disponível para alcançá-lo.
Quanto já tenho guardado é o saldo inicial, que rende durante todo o prazo e reduz o aporte exigido.
Retorno esperado (a.a.) é a rentabilidade anual da aplicação, e Inflação (a.a.) é usada apenas quando a correção da meta está ativada.
Corrigir a meta pela inflação define se o alvo permanece nominal ou cresce com os preços ao longo do prazo.
Aporte que consigo fazer é opcional. Preenchido, faz a calculadora comparar o aporte possível com o necessário.
A meta corrigida pela inflação
Com a correção ativada, o alvo deixa de ser o número digitado e passa a ser o valor que, na data-alvo, comprará o mesmo que a meta compra hoje. Sem a correção, chega-se ao número nominal planejado, mas com poder de compra menor do que o imaginado no momento do planejamento. A diferença não é pequena: ativar a correção eleva de forma expressiva o aporte mensal exigido, porque o alvo cresce durante todo o prazo. A calculadora mostra os dois valores, o alvo corrigido e o que a meta seria sem correção.
Quanto vem de juros e quanto vem do bolso
O resultado separa o total efetivamente aportado dos juros acumulados, e indica o percentual da meta que veio do rendimento. Em prazos longos, os juros costumam responder por mais da metade do valor final, o que mostra que o prazo é tão decisivo quanto o valor do aporte. Antecipar o início da acumulação reduz o esforço mensal mais do que aumentar a rentabilidade esperada.
Quando o aporte possível é menor que o necessário
Ao informar quanto consegue guardar, o usuário recebe duas respostas: quanto faltaria para a meta na data-alvo, mantido aquele ritmo, e em quanto tempo a meta seria alcançada se o prazo fosse estendido. É a forma de transformar uma meta inviável em um plano factível, seja reduzindo o alvo, seja aceitando um prazo maior.
As convenções de cálculo
O aporte é considerado creditado ao fim de cada mês, e não no começo, o que evita superestimar o rendimento do primeiro mês. A taxa anual informada é convertida para a base mensal por equivalência composta, e não por divisão por doze, porque os juros de cada mês passam a render nos meses seguintes.
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