Os mercados asiáticos fecham nesta segunda-feira (26) em direções mistas, com Taiwan fechada pelo feriado do Dia da Restauração. O Nikkei 225 (Japão) fecha em queda de 0,80%, o Hang Seng (Hong Kong) em alta de 0,51%, o Shanghai Composite (China continental) em alta de 0,19% e o Kospi (Coreia do Sul) em queda de 1,46%. Em Seul, o Kosdaq fechou em queda de 3,26%, com a Samsung Electronics caindo 1,16% e a SK Hynix 0,16%. Na China, o crescimento dos lucros das empresas listadas no continente nos nove primeiros meses desacelerou em relação ao primeiro semestre, segundo a Shenwan Hongyuan, e o lucro das indústrias subiu 15,7% nos oito primeiros meses, ante 18,7% no primeiro semestre. No Japão, o Banco do Japão deve manter os juros na reunião desta semana.
Os mercados europeus operam nesta segunda-feira (26) em alta, recuperando-se de uma semana em que o Stoxx Europe 600 perdeu mais de 1%. O FTSE 100 (Reino Unido) opera em alta de 0,38%, o DAX (Alemanha) em alta de 0,82% e o CAC 40 (França) em alta de 0,77%, com o FTSE limitado por BP e Shell, que divulgam resultados esta semana. O petróleo cai, com o Brent em cerca de de US$ 110 o barril, enquanto a diplomacia envolvendo o Irã ganha ritmo, com mediadores do Catar em Teerã no domingo, embora os houthis tenham atacado novamente alvos sauditas no fim de semana. Na França, a Moody’s manteve a nota Aa3, contrariando a expectativa de corte da perspectiva, e os futuros do título francês subiram; os protestos perderam força no fim de semana, mas há novos atos previstos para o próximo fim de semana e uma greve nacional em 5 de novembro. Na Alemanha, o índice Ifo de clima de negócios de outubro ficou em 90,2, acima dos 90,0 previstos, com as expectativas em 91,6, acima dos 90,0 esperados, e a avaliação da situação atual em 88,8, abaixo dos 89,9 previstos. O Federal Reserve decide os juros na quarta-feira (28) e o Banco Central Europeu na quinta-feira (29), ambos com expectativa de manutenção.
No radar corporativo, a Computacenter (CCC.L) salta mais de 6% depois de elevar a projeção de lucro antes de impostos ajustado de 2026 para no mínimo £ 425 milhões, com terceiro trimestre acima do esperado; já a Bayer (BAYN.DE) sobe cerca de 3% depois de o Nubeqa reduzir em 58% o risco de metástase ou morte em estudo de fase III e de o Asundexian receber a primeira aprovação global, na China.
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