Nesta terça-feira (13), a Vale (VALE3) rebate ex-conselheiro e promete medidas judiciais, a Cyrela reduz fatia na Cury (CURY3) e a EZTEC (EZTC3) bate recorde de lançamentos e vendas em nove meses, enquanto Motiva (MOTV3) e Tupy (TUPY3) também estão no radar.
CSN (CSNA3)
A CSN assinou, com sua subsidiária CSN Steel, um term sheet vinculante para vender a totalidade da alemã Stahlwerk Thüringen (SWT) ao grupo espanhol Megasa. A operação tem enterprise value de €550 milhões, sujeito a ajustes, e prevê exclusividade de até 10 semanas até a assinatura dos documentos definitivos. A SWT produz aços longos, com capacidade de 1,1 milhão de toneladas por ano, e a venda integra o programa de desinvestimentos da companhia para reduzir o endividamento.
Santander Brasil (SANB11)
O conselho do Santander Brasil aprovou R$ 1,5 bilhão em juros sobre capital próprio, equivalentes a R$ 0,401 bruto por unit (R$ 0,331 líquido). Têm direito os acionistas posicionados até 20 de outubro, e as ações passam a ser negociadas ex-JCP em 21 de outubro. O pagamento será feito a partir de 9 de novembro, imputado aos dividendos obrigatórios de 2026.
Hapvida (HAPV3)
A Fitch rebaixou o rating nacional de longo prazo da Hapvida de AA+(bra) para A(bra), com perspectiva negativa. Segundo a companhia, a revisão não afeta sua capacidade de honrar obrigações nem aciona vencimento antecipado de dívidas.
Vale (VALE3)
A Vale divulgou nota de esclarecimento sobre a destituição de Marcelo Gasparino do conselho, em resposta a manifestações públicas do ex-vice-presidente do colegiado. A mineradora reafirma que apuração externa comprovou o vazamento intencional de informações confidenciais e informa que a CVM abriu processo administrativo sobre a conduta do ex-conselheiro. A empresa enviou notificação extrajudicial a Gasparino e diz que buscará sua responsabilização em todas as esferas, inclusive criminal.
Cury (CURY3)
A Cyrela vendeu 350 mil ações ordinárias da Cury em bolsa e passou a deter cerca de 14,97% do capital social da construtora.
EZTEC (EZTC3)
A EZTEC lançou R$ 727 milhões em VGV (%EZ) no terceiro trimestre, alta de 53% sobre um ano antes, e vendeu R$ 523 milhões, estável na comparação anual. No acumulado de nove meses, a incorporadora registrou recordes de lançamentos (R$ 2,4 bilhões, +53%) e de vendas líquidas (R$ 1,8 bilhão, +29%). O estoque pronto recuou 10% no trimestre, para R$ 1,1 bilhão.
Motiva (MOTV3)
O tráfego comparável nas rodovias da Motiva cresceu 1,2% em setembro na comparação anual. Considerando todos os ativos, incluindo Sorocabana, Paraná e Minas-SP, o volume subiu 30,8%, para 126,1 milhões de veículos equivalentes. Nos trilhos, o número de passageiros transportados caiu 2,3% no mês.
Copasa (CSMG3)
A Copasa registrou no terceiro trimestre alta de 1,1% no volume medido de água, para 174,5 milhões de m³, e de 3,6% no de esgoto, para 123,8 milhões de m³. O avanço reflete a expansão da base de clientes, com crescimento de 1,5% nas economias de água e de 2,5% nas de esgoto.
Tupy (TUPY3)
A Tupy aprovou a recompra de até R$ 250 milhões em debêntures da 1ª e 2ª séries de sua 5ª emissão, desde que abaixo do valor nominal atualizado. A companhia já adquiriu 149.789 debêntures no mercado secundário, sem prêmio, e os títulos serão cancelados.
Rossi (RSID3)
A Rossi, em recuperação judicial, divulgou os ITRs do primeiro e do segundo trimestres de 2026 e concluiu a regularização de todas as obrigações periódicas em atraso. Com isso, pediu à CVM a reversão da suspensão de seu registro de emissor, com o objetivo de retomar a negociação de seus papéis.
Banco da Amazônia (BAZA3)
A conselheira Maria Abadia da Silva Alves renunciou ao conselho de administração do Banco da Amazônia, e Wanessa Queiroz Souza de Oliveira, indicada pelo Ministério da Gestão, foi nomeada para a vaga.
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