Rejeição a Flávio cai 3 pontos, e Lula segue como o mais rejeitado, mostra PoderData/Aya
A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL) caiu de 46% para 43%, segundo pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (8). A do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oscilou de 47% para 46%, dentro da margem de erro, de 1,8 ponto. A diferença entre os dois, de 3 pontos, também fica dentro da margem, o que configura empate técnico. É o primeiro levantamento do instituto após o primeiro turno, e a votação está marcada para 25 de outubro.
Rejeição
Na rodada anterior, a última antes do primeiro turno, realizada entre 30 de setembro e 2 de outubro, 46% diziam que não votariam de jeito nenhum em Flávio, e 47%, em Lula. Desde então, a rejeição a Flávio recuou 3 pontos, e a de Lula, 1. Com isso, a diferença entre os dois passou de 1 para 3 pontos.
Potencial de voto
A parcela que diz que Flávio é o único candidato em quem votaria subiu de 38% para 43%. Outros 8% afirmam que poderiam votar nele, ante 9% na pesquisa anterior, e 6% não souberam responder, mesmo percentual da rodada anterior.
No caso de Lula, os que dizem que ele é o único candidato em quem votariam passaram de 40% para 42%. Os que poderiam votar no presidente foram de 9% para 8%, e os que não souberam responder ficaram estáveis, em 4%.
Com isso, Flávio passou a aparecer numericamente à frente de Lula nesse indicador, com 43% contra 42%. Na rodada anterior, o presidente liderava, com 40% contra 38%.
Metodologia
A pesquisa PoderData/Aya entrevistou 3.000 eleitores em 705 municípios das 27 unidades da Federação, entre os dias 5 e 7 de outubro de 2026, por ligações automáticas para celulares e telefones fixos. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto, em parceria de divulgação com o Aya Bancah, e está registrado no TSE sob o protocolo BR-08134/2026.
Resultados reproduzidos conforme divulgados pelo instituto. Conteúdo informativo, não representa posicionamento político do TradeMap.
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