Copasa (CSMG3) troca comando, Axia (AXIA3) capta R$ 1,56 bi e Casas Bahia (BHIA3) emite R$ 368 mi
Nesta terça-feira (29), a Copasa (CSMG3) apresenta nova administração após a desestatização, a Axia (AXIA3) conclui bookbuilding bilionário de debêntures e a Casas Bahia (BHIA3) detalha notas comerciais para reforço de caixa. Também há destaques de Tupy (TUPY3) e JSL (JSLG3).
Copasa (CSMG3)
A Copasa elegeu novos conselho e diretoria em assembleia realizada na segunda-feira (28), já na condição de companhia privada após a desestatização. Tinn Freire Amado assume a presidência do conselho, e Augusto Dantas Borges passa a ser o diretor-presidente, ambos com trajetória no Grupo Equatorial. Adriano Rudek de Moura é o novo diretor financeiro e de RI, e o conselho passa a ter nove membros, com mandato até 2028.
Axia (AXIA3)
A Axia concluiu o bookbuilding da 13ª emissão de debêntures, que somou R$ 1,56 bilhão. O volume inicial de R$ 1,5 bilhão foi ampliado em cerca de 3,8% com o exercício parcial do lote adicional. A oferta é destinada a investidores profissionais e recebeu rating AAA(bra) da Fitch. O comunicado não detalha a taxa final de remuneração dos papéis.
Casas Bahia (BHIA3)
A Casas Bahia detalhou duas emissões privadas de notas comerciais que somam R$ 368,2 milhões, integralmente subscritas por um FIDC. A 100ª emissão, de R$ 240,9 milhões, tem garantia em recebíveis de cartões, e a 101ª, de R$ 127,3 milhões, não tem garantia. Ambas pagam 2,60% ao mês, vencem em 24 meses e têm os recursos destinados ao reforço de caixa no contexto da reestruturação da companhia.
Tupy (TUPY3)
Jaime Luiz Kalsing renunciou à presidência do conselho da Tupy, com efeito em até 60 dias ou na posse do substituto. O conselho pretende indicar Gueitiro Matsuo Genso, atual vice-presidente de Estratégia e M&A, para o cargo, em assembleia a ser convocada. Na diretoria, Cristian Malevic assume a vice-presidência comercial a partir de 1º de outubro, no lugar de Ricardo Sendim Fioramonte.
JSL (JSLG3)
A JSL definiu o pagamento dos dividendos de R$ 421,1 milhões, aprovados em dezembro de 2025, em duas parcelas iguais de R$ 210,5 milhões. Cada parcela corresponde a R$ 0,74 por ação, com pagamentos em 2 de outubro e 28 de dezembro de 2026.
Rio Paranapanema Energia (GEPA4)
A Rio Paranapanema pagará em 9 de outubro a segunda parcela de dividendos referentes ao lucro acumulado até 2024, no total de R$ 99,1 milhões. O valor equivale a R$ 1,05 por ação ordinária e preferencial, com base acionária de 29 de dezembro de 2025. Os proventos são isentos de Imposto de Renda.
Banestes (BEES3)
O Banestes aprovou JCP intermediários do terceiro trimestre de R$ 0,0738 por ação ordinária e preferencial, ou R$ 0,0609 líquidos. Têm direito os acionistas posicionados em 1º de outubro, com ações ex-direitos a partir do dia 2, e o pagamento ocorre em 14 de outubro.
WLM (WLMM4)
A WLM aprovou JCP de R$ 10 milhões brutos, equivalentes a R$ 0,2604 por ação ordinária e R$ 0,2865 por preferencial. Têm direito os acionistas com posição em 9 de outubro, e o pagamento será feito em 5 de novembro.
Paranapanema (PMAM3)
A Paranapanema, em recuperação judicial, homologou 10 das 11 debêntures conversíveis em ações da 11ª emissão privada, que totaliza R$ 110 milhões. Uma debênture segue reservada até o desfecho de uma medida cautelar em trâmite na Justiça de São Paulo.
Nutriplant (NUTR3)
A Nutriplant assinou os documentos de sua primeira emissão de CPR-F, de até R$ 31 milhões, com prazo de cinco anos e remuneração de CDI mais 5% ao ano. Os recursos serão usados principalmente para reperfilar dívidas em notas comerciais e reforçar o capital de giro.
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