Após falência, Ministério diz que serviços da Oi podem ser assegurada por operadoras

O Ministério das Comunicações afirma que a decretação de falência da Oi não vai levar à interrupção imediata dos serviços prestados pela empresa, que podem ser assumidos por outras operadoras.
Em nota divulgada nesta terça-feira, após a Justiça decretar a falência da empresa de telefonia, o ministério afirma que ainda não é possível estimar os impactos na prestação de serviços à clientes da Oi.
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A pasta afirma que mantém diálogo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para garantir a continuidade dos serviços.
“Nos mercados onde há concorrência, a continuidade pode ser assegurada pelas demais operadoras”, afirma o Ministério das Comunicações.
A empresa de telecomunicações carioca já tinha tido a falência decretada em novembro do ano passado, mas a decisão foi suspensa após bancos terem recorrido, o que levou a companhia de volta ao seu segundo processo de recuperação judicial. Nesta terça, a Primeira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decretou a falência da operadora novamente.
Sem caixa para honrar todos os seus contratos, a Oi foi alvo, no mês passado, de fornecedores, que chegaram a suspender a prestação de serviços essenciais de internet e telefonia fixa em cidades de todo o país. Nos últimos meses, a operadora passou a pagar apenas parte desses contratos a seus fornecedores.

























