Enquanto o mercado volta para o escritório, a gente continua de casa

Há uma tendência forte no mercado, especialmente em big techs, de trazer as pessoas de volta para o escritório. Em alguns lugares isso vem como discurso de cultura, em outros, como tentativa de recuperar velocidade. Eu entendo o impulso. O que eu não compro é a premissa de que presença física, por si só, conserta problemas de alinhamento, performance ou pertencimento. Para a gente, a decisão é simples e bem consciente. Não vamos ter o modelo de trabalho presencial como padrão, porque a empresa foi construída para funcionar de casa e funciona muito bem assim.
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