Melhor que o esperado: vendas do comércio sobem 0,6% em novembro

Apesar do resultado positivo, cinco das oito atividades de varejo acompanhadas tiveram taxas negativas

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Por:

Gabriel Tomé

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Gabriel Tomé

O volume de vendas do comércio varejista cresceu 0,6% em novembro, acelerando o passo em relação a outubro, quando havia registrado expansão de 0,2%. O dado também ficou melhor do que o esperado por analistas, com projeções que apontavam para a estabilidade (segundo a Broadcast) e até queda de 0,2% (de acordo com especialistas consultados pela Reuters).

O número foi divulgado nesta sexta, 14, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O resultado foi puxado pelas vendas de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,9%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,2%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,2%).

Apesar do resultado positivo, cinco das oito atividades de comércio acompanhadas pelo órgão tiveram taxas negativas: móveis e eletrodomésticos (-2,3%), tecidos, vestuário e calçados (-1,9%), combustíveis e lubrificantes (-1,4%), livros, jornais, revistas e papelaria (-1,4%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-0,1%).

Quando se olha o chamado varejo ampliado (que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção), as vendas avançaram 0,5% em novembro, após três meses consecutivos em queda.

Serviços surpreendem

Na quinta-feira, dados muito melhores do que o esperado do volume de serviços no Brasil já haviam animado analistas em relação ao desempenho da economia no fim de 2021. Os resultados do setor mostraram um crescimento de 2,4% em novembro — o atual momento está 4,5% melhor do que o nível pré-pandemia (ou seja, fevereiro de 2020).

O indicador foi puxado pelas atividades de serviços de informação e comunicação (+5,4%); outros serviços (2,9%); serviços prestados as famílias (+2,8%) e transportes (1,8%). O destaque negativo foi para serviços profissionais, administrativos e complementares com queda de 0,3%.

Enquanto serviços e comércio se recuperaram, a indústria continua a cair. No último dia 6, foram apresentados os números da produção industrial, com queda de 0,2% em novembro — a sexta retração consecutiva do setor.

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