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Gigantes de tecnologia aderem a cerco contra Rússia e suspendem serviços

Gigantes de tecnologia aderem a cerco contra Rússia e suspendem serviços

Empresas como Google, Facebook, Apple, Netflix e Microsoft adotam restrições à Rússia

Bandeiras da Ucrânia e da Rússia representando matéria sanções fertilizantes
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As sanções econômicas que têm sido impostas à Rússia após o país decidir invadir a Ucrânia na quinta-feira passada (24) não têm se limitado só às medidas tomadas pelos governos das principais potências do mundo, como Estados Unidos, Reino Unidos e os países da União Europeia. O cerco também ocorre na seara empresarial.

Algumas das maiores e mais influentes empresas de tecnologia do mundo — como Google, Microsoft, Meta (dona do Facebook), Apple e Netflix, todas com BDRs negociados no Brasil — também estão se mexendo para pressionar o presidente da Rússia, Vladimir Putin, contra a invasão ao território ucraniano.

A Meta, por exemplo, informou na segunda-feira (28) a restrição a canais de comunicação do governo russo como RT e Sputinik em suas plataformas em toda a União Europeia.

O Google, por sua vez, no último domingo passou a restringir anúncios dos canais de comunicação ligados ao governo no site de buscas. No Youtube, há um bloqueio de conteúdos de canais de comunicação estatais russos desde a última terça-feira (1°).

Já a Apple anunciou ontem que suspendeu serviços e vendas por tempo indeterminado de seus itens na Rússia.

A Netflix disse na segunda-feira (28) que vai descumprir o regulamento russo que prevê que serviços audiovisuais com mais de 100 mil assinantes distribuam de maneira gratuita canais estatais, interrompendo assim a transmissão de veículos estatais na plataforma. 

Por fim, a Microsoft, desde segunda-feira, também tem banindo de suas plataformas, como o portal MSN e o buscador Bing, canais que produzem conteúdo vinculado aos meios de comunicação estatais.

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