Como funciona a calculadora de custo de um filho do TradeMap O custo total de criar um filho assusta e não resolve nada. O número que muda o comportamento é o aporte mensal para a faculdade, que cai muito quanto mais cedo os aportes começam. A calculadora projeta o custo por fase, corrigido pela inflação, e calcula quanto guardar por mês para atingir a meta.
A calculadora de custo de um filho projeta o gasto mensal com a criança em cada fase e o aporte necessário para a faculdade. A ferramenta parte da idade da criança, do custo mensal atual e da meta de faculdade, corrige os valores pela inflação, e devolve o aporte mensal, o custo total até a idade projetada, o custo médio mensal, a meta na data de início e o custo de cada fase.
Os campos de entrada Idade atual da criança e projetar até definem o período do custo, que pode ir até 18, 22 ou 24 anos. Custo mensal atual (fora escola) é o gasto de hoje com a criança, e mensalidade escolar é somada a esse custo em todos os meses do período projetado.
Meta de faculdade (valor total) e idade de início da faculdade definem o objetivo e o prazo. Já guardado para a faculdade é o saldo existente. Rendimento dos investimentos (a.a.) e inflação (a.a.) já vêm preenchidos com o CDI e o IPCA do portal. Corrigir custo e meta pela inflação liga a correção nos dois valores.
Como o custo por fase é calculado A calculadora divide a infância em fases: primeira infância, até os 6 anos, ensino fundamental, até os 14, ensino médio, até os 18, e, quando a projeção vai além, o período após os 18. O custo mensal é corrigido mês a mês pela inflação informada, por isso as fases mais distantes custam mais. O custo total é a soma das fases, e o custo médio mensal é esse total dividido pelos meses do período.
A correção faz diferença grande. No exemplo da página, com R$ 2.700 por mês, o custo total até os 18 anos é de R$ 897.832,24 com correção, contra R$ 583.200,00 sem ela, e a diferença de R$ 314.632,24 é o quanto a projeção sem correção subestima.
Como o aporte para a faculdade é calculado O aporte mensal para a faculdade é uma série uniforme: o valor fixo que, investido todo mês ao rendimento informado, atinge a meta da faculdade na data de início . O que já está guardado também rende até essa data e reduz o aporte: no exemplo, R$ 10.000 guardados baixam a parcela de R$ 532,70 para R$ 413,60.
A meta também é corrigida pela inflação, porque uma faculdade de R$ 200 mil hoje custará bem mais daqui a 18 anos. Com a correção desligada, a meta fica nos R$ 200.000 e o aporte cai para R$ 238,07, o que subestima o esforço real. Cada ano de atraso no início dos aportes aumenta a parcela mensal necessária.
O que a projeção não cobre O custo projetado é uma média. Saúde, esporte e imprevistos variam muito entre famílias, e o número deve ser lido como ordem de grandeza para planejar, não como orçamento fechado.
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