A folha de pagamento não-agrícola dos Estados Unidos criou 165 mil vagas em outubro de 2026, bem acima da projeção de mercado, que apontava geração de 65 mil postos, e acima da média mensal de 48 mil vagas dos 12 meses anteriores, segundo o BLS. A taxa de desemprego ficou em 4,1%, com pouca variação, dentro da faixa estreita de 4,1% a 4,3% observada desde março. Os dados de agosto e setembro foram revisados para cima, de 133 mil para 186 mil vagas e de 29 mil para 60 mil, respectivamente, somando 84 mil vagas a mais que o divulgado anteriormente.
O emprego avançou em serviços profissionais e empresariais, em saúde e em transporte e armazenagem. Serviços profissionais e empresariais criaram 70 mil vagas, bem acima da média de 15 mil dos 12 meses anteriores, com 33 mil em serviços profissionais, científicos e técnicos, 28 mil em serviços administrativos e de apoio e 9 mil em gestão de empresas. Saúde somou 42 mil vagas, acima da média de 31 mil, com ganhos em hospitais, serviços de atendimento domiciliar e centros ambulatoriais. Transporte e armazenagem criaram 25 mil vagas, com entregas expressas e transporte aéreo, e a manufatura avançou 19 mil, acumulando 101 mil vagas desde a mínima recente de dezembro de 2025.
O rendimento médio por hora de todos os empregados do setor privado subiu 0,4%, ou 14 centavos, para US$ 38,00, com alta de 3,1% em 12 meses. A jornada média semanal ficou estável em 34,4 horas. Na pesquisa com domicílios, o número de desempregados somou 7,1 milhões, a taxa de participação ficou em 61,9% e a relação emprego-população, em 59,3%, ambas com pouca variação, enquanto o número de pessoas em trabalho parcial por razões econômicas subiu 339 mil, para 4,8 milhões.
Os Estados Unidos divulgaram, nesta sexta-feira, o Payroll (relatório de empregos não agrícola) e a taxa de desemprego referentes a outubro.
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