Nesta sexta-feira (16), a Valid (VLID3) aprova emissão de R$ 200 milhões em debêntures e tem rating elevado, a Lavvi (LAVV3) lança R$ 538 milhões e volta a gerar caixa no trimestre e a Estapar (ALPK3) reporta alta de receita, enquanto Taesa (TAEE11) e Mitre (MTRE3) também estão no radar.
Eneva (ENEV3)
A Eneva fechou novo acordo de investimento com o Itaú Unibanco, que aportou cerca de R$ 1,78 bilhão na subsidiária Eneva Participações III por meio da subscrição de novas ações preferenciais. O banco segue com todas as preferenciais da subsidiária, e a Eneva mantém a totalidade das ordinárias. O Itaú concedeu à Eneva opção de compra dessas preferenciais, exercível entre 2031 e 2032 ou antes em certas situações, e a operação já tinha aval sem restrições do Cade.
Klabin (KLBN11)
A Klabin assinou aditamentos aos financiamentos do Projeto Puma II com IDB Invest, IFC, JICA e bancos comerciais. Os vencimentos foram alongados de 2032 para 2034 na tranche multilateral e de 2029 para 2033 na tranche dos bancos. O custo total caiu para SOFR mais 2,04% ao ano.
Brava Energia (BRAV3)
A Brava comunicou à ANP a presença de hidrocarbonetos no seu primeiro poço exploratório em terra no Campo de Sanhaçu, na Bacia Potiguar (RN). O poço chegou a 2.230 metros de profundidade e encontrou o reservatório principal saturado com gás. A companhia ainda fará estudos técnicos para dimensionar a acumulação e o potencial de produção, sem estimativa de volume por ora.
Taesa (TAEE11)
Jell Lima de Andrade deixou a Diretoria de Implantação da Taesa, que passa a ser acumulada interinamente pelo diretor técnico, Luis Alessandro Alves.
Valid (VLID3)
A Valid aprovou sua 12ª emissão de debêntures, de R$ 200 milhões, com vencimento em outubro de 2031 e remuneração de CDI mais 1,25% ao ano, destinada a investidores profissionais. Os recursos vão resgatar antecipadamente as debêntures da 10ª emissão, e o eventual saldo reforça o caixa. A Moody’s Local elevou o rating corporativo da companhia de AA.br para AA+.br, com perspectiva estável, e atribuiu a mesma nota à nova emissão.
Lavvi (LAVV3)
A Lavvi lançou R$ 538 milhões em VGV no terceiro trimestre, alta de 27% sobre um ano antes, puxada pelo Well Perdizes, da marca Novvo, com R$ 418 milhões. As vendas líquidas caíram 20%, para R$ 420 milhões. A incorporadora gerou R$ 13 milhões de caixa no trimestre, ou R$ 89 milhões excluindo terrenos.
Estapar (ALPK3)
A Allpark, dona da Estapar, informou crescimento de 12,9% da receita líquida no terceiro trimestre, segundo dados preliminares, sem detalhar no texto o valor absoluto. A empresa abriu 26 operações no período, chegando a 865 em 119 cidades, e adicionou 45 mil vagas em 12 meses. As plataformas digitais responderam por 25,7% da receita.
Mitre (MTRE3)
A Mitre aprovou R$ 12 milhões em dividendos intermediários, ou cerca de R$ 0,113 por ação, pagos em três parcelas iguais. A primeira, de R$ 0,038 por ação, vale para acionistas posicionados em 20 de outubro e será paga no dia 30. As demais têm data-base em 13 de novembro e 11 de dezembro, com pagamentos em 27 de novembro e 23 de dezembro.
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