O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 48% das intenções de voto na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial, contra 46% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta terça-feira (13). A diferença de 2 pontos percentuais fica dentro da margem de erro, de 1,8 ponto, o que configura empate técnico. A votação está marcada para 25 de outubro.
Segundo turno
Na rodada anterior, também de segundo turno, realizada de 5 a 7 de outubro, Flávio tinha 49%, e Lula, 44%. Desde então, o senador recuou 1 ponto, e o presidente avançou 2, e a diferença entre os dois caiu de 5 para 2 pontos. Os votos em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos somam 5%, e os indecisos, 2%.
Considerando apenas os votos válidos, Flávio tem 51%, e Lula, 49%. Na rodada anterior, o senador tinha 53%, e o presidente, 47%.
Entre as mulheres, Lula tem 53% das intenções de voto, contra 39% de Flávio. O senador vai melhor no Sul, com 61%, no Centro-Oeste, com 55%, e entre os eleitores com ensino médio, com 52%.
Rejeição
A rejeição a Lula se manteve em 46%, mesmo percentual da rodada anterior. A de Flávio oscilou 1 ponto para cima, de 43% para 44%.
Comparação com o 1º turno
A última pesquisa PoderData/Aya antes da eleição, divulgada em 3 de outubro, apontava no cenário de primeiro turno Lula com 45% dos votos válidos e Flávio com 43%. Nas urnas do primeiro turno, Flávio teve 47,03%, e Lula, 45,16%. O desvio ficou dentro da margem de erro daquela pesquisa, de 1,5 ponto, para Lula e acima dela para Flávio.
Metodologia
A pesquisa PoderData/Aya entrevistou 3.000 eleitores em 686 municípios das 27 unidades da Federação, entre os dias 10 e 12 de outubro de 2026, por ligações automáticas para celulares e telefones fixos. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto, em parceria de divulgação com o Aya Bancah, e está registrado no TSE sob o protocolo BR-01209/2026.
Resultados reproduzidos conforme divulgados pelo instituto. Conteúdo informativo, não representa posicionamento político do TradeMap.
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