Nesta sexta-feira (09), o Bradesco (BBDC4) tem o aumento de capital homologado e ajusta o JCP por ação, a Cury (CURY3) gera R$ 254 milhões em caixa no terceiro trimestre e a Priner (PRNR3) aprova aumento de capital de até R$ 220 milhões; Sabesp (SBSP3) e Azzas 2154 (AZZA3) também estão no radar.
Vibra Energia (VBBR3)
A Vibra Energia (VBBR3) informou que fundos geridos pela Nova Futura Gestora de Recursos passaram a deter 181,2 milhões de ações ordinárias, cerca de 15,12% do capital da companhia. O comunicado não detalha a participação anterior da gestora nem o objetivo do investimento, remetendo à correspondência anexa.
Bradesco (BBDC4)
O Banco Central homologou o aumento de capital do Bradesco (BBDC4), e as novas ações serão creditadas aos subscritores em 13 de outubro. Com a nova base acionária, os juros sobre capital próprio de R$ 3,8 bilhões aprovados em 30 de setembro foram ajustados para R$ 0,3239 por ação ordinária e R$ 0,3562 por preferencial (valores brutos). As demais condições do provento seguem inalteradas.
MRV (MRVE3)
A MRV (MRVE3) registrou vendas líquidas recordes de R$ 3 bilhões na MRV Incorporação no terceiro trimestre, alta de 29,6% em um ano e de 10,5% ante o trimestre anterior. A produção também foi recorde, com 11,3 mil unidades. O grupo MRV&CO gerou R$ 456 milhões em caixa, impulsionado pelas vendas de ativos da Resia e da Luggo, apesar dos efeitos da greve da Caixa sobre a incorporação.
Cury (CURY3)
A Cury (CURY3) lançou R$ 2,1 bilhões em VGV no terceiro trimestre, alta de 6,9% em um ano, e teve vendas líquidas de R$ 1,8 bilhão, avanço de 10,7%. A geração de caixa somou R$ 253,6 milhões, o 30º trimestre seguido de resultado positivo nessa linha.
Sabesp (SBSP3)
Sabesp (SBSP3) e EMAE (EMAE4) atualizaram o cronograma da incorporação das ações da EMAE pela Sabesp. O prazo para o direito de retirada termina em 19 de outubro, com reembolso em 21 de outubro, e o último dia de negociação das ações da EMAE na B3 será 23 de outubro. A Sabesp prevê divulgar a eficácia da operação em 27 de outubro.
Azzas 2154 (AZZA3)
Nicola Calicchio Neto e Edison Ticle renunciaram ao conselho de administração da Azzas 2154 (AZZA3). Para as vagas, foram eleitos Rafael Sachete, indicado pelo bloco Birman e ex-diretor financeiro da companhia, e Gabriel Lobo Leite, indicado pelo bloco Grupo Soma e ex-diretor financeiro do Soma. Ambos ficam no cargo até a próxima assembleia.
Axia Energia (AXIA3)
A GQG Partners reduziu sua posição na Axia Energia (AXIA3) para 118,9 milhões de ações ordinárias, incluindo ADRs, o equivalente a 4,87% dessa classe, abaixo do patamar de 5%. A gestora afirma que o investimento é minoritário e não visa alterar o controle da empresa.
GPS (GGPS3)
O conselho da GPS (GGPS3) aprovou um programa de recompra de até 37,6 milhões de ações, cerca de 5% do total e 8,63% das ações em circulação. O prazo é de 18 meses, até 8 de abril de 2028. Os papéis poderão ficar em tesouraria, ser cancelados ou usados como pagamento em aquisições e no plano de opções.
Priner (PRNR3)
A Priner (PRNR3) aprovou aumento de capital privado de até R$ 220 milhões, com emissão de até 11 milhões de ações a R$ 20 cada e mínimo de R$ 100 milhões. Os recursos irão financiar o crescimento contratado para 2027, sobretudo em mineração, e a operação depende de assembleia para ampliar o capital autorizado. Na prévia do terceiro trimestre, a receita bruta foi de R$ 553,9 milhões, ante R$ 394,3 milhões um ano antes, e os novos contratos somaram R$ 1,77 bilhão.
Tenda (TEND3)
A Tenda (TEND3) lançou 11 empreendimentos no terceiro trimestre, com VGV de R$ 1,52 bilhão, alta de 2,3% em um ano. As vendas líquidas somaram R$ 1,21 bilhão, avanço de 10,5%, e o banco de terrenos atingiu o recorde de R$ 29,3 bilhões.
Moura Dubeux (MDNE3)
A Moura Dubeux (MDNE3) lançou R$ 1,55 bilhão em VGV líquido no terceiro trimestre, alta de 15,5% em um ano. As vendas líquidas caíram 21,5%, para R$ 841 milhões, e recuaram 17,3% ante o trimestre anterior.
Camil (CAML3)
A Camil (CAML3) teve receita líquida de R$ 2,8 bilhões no segundo trimestre do seu exercício fiscal, queda de 7,2% em um ano. O Ebitda recuou 10,1%, para R$ 225,3 milhões, com margem de 8,2%, e o volume vendido caiu 4,6%, para 604,7 mil toneladas.
Profarma (PFRM3)
A Profarma (PFRM3) aprovou sua terceira emissão de debêntures, no valor de R$ 300 milhões, com garantia real e destinada a investidores profissionais. Os recursos serão usados no pré-pagamento de dívidas, para alongar o perfil do endividamento.
Biomm (BIOM3)
A Biomm (BIOM3) entregou R$ 117,6 milhões em insulinas ao setor público em setembro, ante R$ 2,9 milhões no mesmo mês de 2025. Segundo a empresa, o valor supera em 32% a receita de todo o último trimestre, e a companhia reafirmou o guidance de Ebitda entre R$ 90 milhões e R$ 100 milhões para 2026.
Enjoei (ENJU3)
O grupamento de ações da Enjoei (ENJU3), na proporção de 10 para 1, passa a valer nesta sexta-feira (09), quando as ações começam a ser negociadas na forma grupada. As frações serão vendidas em leilão na B3, em data a ser divulgada.
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