Itaú (ITUB4) recompra R$ 11 bi em dívida, TIM (TIMS3) paga R$ 515 mi em JCP e Assaí (ASAI3) compra postos
Nesta sexta-feira (18), o Itaú Unibanco (ITUB4) exerce a recompra de R$ 11 bilhões em Letras Financeiras Subordinadas, a TIM (TIMS3) aprova R$ 515 milhões em Juros sobre Capital Próprio e cancela ações em tesouraria, e o Assaí (ASAI3), da Sendas Distribuidora, entra no negócio de combustíveis com a compra de 18 postos. Cemig (CMIG4) e Brava Energia (BRAV3) completam a lista de destaques do dia.
Itaú Unibanco (ITUB4)
O Itaú Unibanco (ITUB4) informou que exercerá, em 21 de setembro e 21 de outubro, a opção de recompra da totalidade de suas Letras Financeiras Subordinadas Nível 2, emitidas em 2021 e com vencimento em 2031, no valor total de R$ 11 bilhões. O banco estima que a operação reduza seu índice de capitalização Nível 2 em 0,7 ponto percentual.
TIM (TIMS3)
A TIM (TIMS3) aprovou a distribuição de R$ 515 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP), equivalentes a R$ 0,2166801148 por ação. Têm direito ao provento os acionistas com posição em 22 de setembro, com pagamento previsto até 22 de janeiro de 2027. A companhia também aprovou o cancelamento de 13,2 milhões de ações mantidas em tesouraria, adquiridas no âmbito do Programa 8 de recompra, sem redução do capital social; após a operação, o capital passa a ser dividido em 2.378.925.889 ações ordinárias.
Assaí (ASAI3)
A Sendas Distribuidora (ASAI3), controladora do Assaí, fechou contrato para comprar a totalidade das sociedades que operam 18 postos de combustível já instalados em lojas da rede no estado de São Paulo. O valor da operação pode chegar a R$ 80 milhões, incluindo earn-out, e a companhia avalia expandir a rede para mais de 100 postos no longo prazo. A companhia também concluiu seu 1º programa de recompra de debêntures, de R$ 200 milhões, e aprovou um 2º programa de mesmo valor, com prazo de até 90 dias a partir de 21 de setembro.
Cemig (CMIG4)
A Cemig (CMIG4) declarou R$ 200 milhões em Juros sobre Capital Próprio, equivalentes a R$ 0,06991340114 por ação ordinária e preferencial. O pagamento será feito em duas parcelas, até 30 de junho e 30 de dezembro de 2027, para acionistas com posição em 22 de setembro.
Brava Energia (BRAV3)
A Brava Energia (BRAV3) informou o encerramento da venda de 11 concessões de óleo e gás onshore na Bacia Potiguar (RN) ao consórcio formado por Azevedo e Travassos Petróleo e Petro-Victory Energy. Segundo a companhia, o prazo contratual (Longstop Date) se esgotou sem que o comprador cumprisse as condições precedentes para o fechamento, levando a Brava a rescindir o acordo. A companhia afirma que o desfecho não altera seu planejamento estratégico de curto e médio prazo.
Copel (CPLE3)
A Copel (CPLE3) pediu a deslistagem de suas ações do mercado Latibex, em Madri, citando baixa liquidez e custos administrativos desproporcionais à manutenção do registro. A companhia afirma que suas ações continuarão negociadas normalmente na B3 e na Bolsa de Nova York (NYSE).
Grupo Casas Bahia (BHIA3)
O Grupo Casas Bahia (BHIA3) aprovou duas novas emissões de notas comerciais para colocação privada, somando R$ 368,2 milhões. Os papéis foram integralmente subscritos por um fundo de investimento em direitos creditórios.
EZTEC (EZTC3)
A EZTEC (EZTC3), por meio da subsidiária EZ Inc, fechou contrato de locação da totalidade do empreendimento Esther Towers com o Itaú Unibanco. O contrato tem prazo de 10 anos, renovável por mais 5, e deve gerar cerca de R$ 1,17 bilhão em receita de locação na primeira década, valor corrigido anualmente pelo IPCA.
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