Venda consultiva: por que ouvir virou o superpoder do CEO
Houve uma conversa comercial recente da qual saí com aquela sensação de “foi bom”, mas com um gosto amargo: falei demais. Não foi falta de preparo. Foi o impulso de querer convencer pela força do argumento, como se uma explicação brilhante garantisse o fechamento. No café depois, eu anotei numa frase o que eu queria ter lembrado antes de entrar na sala: em venda consultiva, a moeda não é eloquência. É precisão. E precisão nasce de escuta.
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