PRIO, CSN, Méliuz, IRB, Viveo, Axia e mais ações para acompanhar hoje
O radar corporativo desta quinta-feira (3) traz a mudança de comando na CSN (CSNA3).
Já a PRIO (PRIO3) teve baixa de 5,2% na produção em agosto.
A Viveo (VVEO3), por sua vez, captou R$ 630,3 milhões em aumento de capital com subscrição de 700,4 milhões de ações.
Confira mais destaques:
PRIO (PRIO3)
A produção da PRIO (PRIO3) atingiu 186,1 mil barris de óleo equivalente por dia (boepd) no segundo trimestre de 2026, um recuo de 5,2% em relação ao mês imediatamente anterior.
GPS Participações (GGPS3)
A GPS informou a conclusão da aquisição de 65% do Grupo Aster pela controlada Graber Segurança. O grupo reúne cinco empresas dos segmentos de facilities e segurança.
CSN (CSNA3)
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) informou na noite desta quarta-feira que Benjamin Steinbruch deixará o cargo de presidente da siderúrgica e passará a assumir a presidência no Conselho de Administração da companhia, cargo que havia deixado em abril. Fabio Schvartsman, que já foi presidente da Vale e da Klabin, assumirá o cargo, informou a companhia em fato relevante.
Méliuz (CASH3)
O Méliuz informou que o JPMorgan reduziu sua participação acionária para 4,95% das ações ordinárias da companhia. A redução ocorreu após a venda de 48.520 posições em instrumentos derivativos lastreados em ações da empresa em 31 de agosto.
IRB-Brasil Resseguros (IRBR3)
A AM Best manteve os ratings de força financeira e de crédito de longo prazo do IRB em A- (Excelente), além da classificação nacional “aaa.BR” (Excepcional). A perspectiva dos ratings permanece estável.
AXIA Energia (AXIA3)
O conselho aprovou duas emissões de debêntures: a 12ª, de R$ 1,5 bilhão, e a 13ª, também de R$ 1,5 bilhão, que poderá chegar a R$ 2 bilhões. Os recursos serão usados em uma oferta de troca de debêntures em circulação.
Eurofarma
A Eurofarma pagará R$ 3,1 milhões em dividendos em 8 de setembro, equivalentes a R$ 0,003136 por ação.
Viveo (VVEO3)
A Viveo informou que foram subscritas 700,4 milhões de novas ações no aumento de capital, ao preço de R$ 0,90 por ação, totalizando R$ 630,3 milhões. O montante corresponde a 72,47% do valor máximo da operação e supera o mínimo necessário para sua homologação parcial.


















