Sai o rendimento do HSML11; saiba quem entra no pagamento
O fundo imobiliário HSML11 (HSML11) comunicou a distribuição de R$ 0,75 por cota em proventos referentes a agosto. O valor será pago em 8 de setembro de 2026 aos investidores posicionados ao fim do pregão de 31 de agosto, data de corte definida pelo FII. Os dividendos do HSML11 seguem o calendário usual do fundo para repasses mensais.
O montante mantém o mesmo patamar observado desde junho. Considerando a cotação atual de R$ 84,63, o pagamento anunciado implica dividend yield mensal aproximado de 0,88% para o período, indicador calculado sobre o preço de mercado informado.
Os proventos distribuídos pelo FII são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que atendidos os requisitos previstos na legislação aplicável ao segmento de fundos imobiliários.
Dividendos do HSML11 em agosto
A decisão de manter R$ 0,75 por cota reforça a trajetória recente de estabilidade na distribuição mensal. A referência de preço em R$ 84,63 sustenta o dividend yield mensal de cerca de 0,88%, sem alteração na base de cálculo usada pelo mercado. O pagamento, marcado para 8 de setembro de 2026, observará como elegíveis os cotistas que detinham papéis ao final de 31 de agosto.
A divulgação do relatório gerencial de agosto ainda não ocorreu. As informações operacionais mais atuais foram apresentadas no documento de julho, o que preserva o contexto para a leitura dos números mais recentes do fundo até a publicação do novo relatório.
Venda de participação reforçou o resultado acumulado
Em julho, foi concluído o desinvestimento parcial no Shopping Pátio Maceió. A segunda parcela da operação somou R$ 105,5 milhões em recebimentos. O ganho de capital apurado foi de R$ 48,2 milhões, equivalente a R$ 2,26 por cota. Com isso, o resultado acumulado atingiu R$ 59,0 milhões, ou R$ 2,76 por cota, conforme atualização do período.
Ao término de julho, o patrimônio líquido totalizava R$ 2,134 bilhões, correspondentes a R$ 100,06 por cota. No mesmo recorte, o valor de mercado estava em R$ 1,861 bilhão, ou R$ 87,28 por cota, com P/VP de 0,87 vez e valor de mercado de R$ 12.134 por metro quadrado, métricas que sintetizam a relação entre o preço e os ativos do portfólio.
A base de investidores reunia 188.704 cotistas, e a liquidez média diária era de R$ 3,026 milhões. Após a aplicação dos recursos da alienação e os pré-pagamentos de juros acruados, a projeção indicava estabilização da alavancagem líquida em aproximadamente 17,7% em agosto, de acordo com o relatório mais recente.
Como está a carteira de shoppings
A carteira do fundo soma oito shopping centers, com 269.657 metros quadrados de ABL. A área própria atinge 179.629 metros quadrados, resultando em participação média de 67% nos empreendimentos. O conjunto dos ativos reúne 1.340 lojas e 14.126 vagas de estacionamento.
A ocupação física reportada estava em 96,2%, enquanto a inadimplência líquida era de 1,9%. Na distribuição da ABL por tipologia, as lojas âncora representam 66%, as lojas satélite correspondem a 25% e as megalojas a 9%. Quanto à receita, 54% advêm de aluguel mínimo, 25% de estacionamento, 13% de mall e mídia e 8% de aluguel percentual.
Na composição do NOI, o Shopping Metrô Tucuruvi liderava com 21%, seguido por Shopping Paralela, com 18%, Pátio Maceió, com 17%, Via Verde, com 14%, Uberaba, com 12%, Granja Vianna, com 8%, SuperShopping Osasco, com 7%, e Pátio Cianê, com 3%. Já nas vendas dos ativos, Metrô Tucuruvi respondia por 19%, Pátio Maceió por 18%, Via Verde por 17%, Paralela e Uberaba por 13% cada, SuperShopping Osasco por 9%, Granja Vianna por 8% e Pátio Cianê por 3%.
Esses indicadores sintetizam o desempenho operacional recente, com as contribuições por ativo e as frentes de receita que sustentam o fluxo de caixa do portfólio. As referências de julho permanecem como base até a publicação do relatório de agosto.



















