A Premia, edtech que usa inteligência artificial para identificar lacunas no aprendizado de estudantes, passou os primeiros anos cinco de operação sem recorrer a investidores externos. Fundada em 2021 e lançada oficialmente no ano seguinte, a empresa cresceu reinvestindo os recursos gerados pelo próprio negócio e, segundo seus fundadores, opera no breakeven desde o primeiro mês.
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