O exagero no favoritismo de Lula, segundo a Eurasia
Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) inicia a campanha como favorito na corrida presidencial de 2026, mas o grau de favoritismo embutido nas expectativas do mercado está exagerado em relação ao que os indicadores têm mostrado.A avaliação é de Christopher Garman, diretor para as Américas da Eurasia, em entrevista ao podcast Radar Eleitoral, da Bloomberg Línea, programa semanal para debater os temas relacionados às eleições em outubro que impactam a economia e os mercados.A cautela de Garman vem de um descompasso raro nos modelos da Eurasia: a aprovação de Lula e o histórico eleitoral apontam uma vantagem para o presidente, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL), principal opositor, tem mais aderência aos temas no topo das preocupações dos brasileiros, como segurança pública e estagnação econômica."Nas últimas três eleições que a Eurasia acertou, os dois modelos apontavam na mesma direção. Nesta eleição, eles apontam em direções opostas", disse Garman.⇒ Leia a reportagem: Mercado exagera no grau de favoritismo de Lula na eleição, diz EurasiaChristopher Garman: modelos apontam em direções opostas. (Foto: Bloomberg Línea)No radar dos mercadosAs ações globais operam em queda nesta terça-feira (18), pressionadas pela alta dos juros de longo prazo e do petróleo, o que tende a reduzir o apetite dos investidores por ativos de risco. - Impasse em Ormuz. O presidente Donald Trump disse que não irá retomar a trégua com o Irã, enquanto os dois países mantêm posições divergentes sobre o controle do estreito. Ataques a navios e a escalada da retórica reduzem as perspectivas de um acordo para normalizar o tráfego no Estreito de Ormuz. - Braskem Idesa sob pressão. A petroquímica mexicana entrou com pedido de Chapter 11 nos EUA após meses de pressão de liquidez. A empresa fechou acordo com credores para reduzir a dívida em mais de US$ 920 milhões e espera concluir a reestruturação em até 90 dias. - Desigualdade de gênero em IA. Mulheres ocupam apenas 13% dos cargos executivos no setor de inteligência artificial e 27% das funções de IA nessas empresas, segundo relatório do LinkedIn. A disparidade pode limitar oportunidades e ampliar o risco de vieses à medida que a tecnologia ganha espaço.→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje🔘 As bolsas ontem (17/08): Dow Jones Industrials (-0,51%), S&P 500 (-0,52%), Nasdaq Composite (-0,32%), Stoxx 600 (-0,22%), Ibovespa (-0,09%)LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →Destaques da Bloomberg Línea:• OpenAI avança no Brasil e diz que país está entre os cinco maiores mercados em receita• Petrobras: descoberta confirma expectativas de petróleo na Margem Equatorial, diz CEO• Como a crise da Casas Bahia afeta a parceria com o Mercado Livre, segundo o Citi• Também é importante: Com Pritzker e Moreira Salles, family offices acumulam US$ 3,8 bi em ações da SpaceX | Shein reduz meta de valuation para até US$ 27 bilhões antes de IPO em Hong Kong• Opinião Bloomberg: Apreço por risco? Geração Z usa apostas esportivas como forma de investimento• Para não ficar de fora: Primeiro elétrico da Ferrari, Luce é vendido por US$ 40 mi e bate recorde em leilão⇒ Essa foi uma amostra de Breakfast, a newsletter matinal da Bloomberg Línea com as notícias de destaque no Brasil e no mundo.Para receber a íntegra da newsletter na sua caixa de email, registre-se gratuitamente no nosso site.Por hoje é só. Bom dia!Obrigado por ler nossa newsletter matinal.Equipe Breakfast: Filipe Serrano (Managing Editor, Brasil), Daniel Buarque (Editor-assistente, Brasil) e Naiara Albuquerque (Editora-assistente, Brasil)






















































