Ibovespa sobe com IBC-Br resiliente e exterior cauteloso
O Ibovespa abriu a quinta-feira (19) em leve alta de 0,22%, aos 186.426 pontos, reagindo ao IBC-Br de dezembro, que caiu 0,20%, recuo menor que o esperado e sinal de atividade ainda resiliente. O dado reforça a leitura de desaceleração lenta da economia, o que tende a manter o Banco Central cauteloso no início dos cortes da Selic, hoje majoritariamente projetados em 0,5 ponto. No acumulado de 2025, o indicador avançou 2,50%, e a expectativa para 2026 é de crescimento mais forte no primeiro semestre, com posterior perda de fôlego.
No exterior, a ata mais dura do Fed reduziu apostas em cortes de juros nos EUA, enquanto tensões entre EUA e Irã mantêm o petróleo elevado. Na B3, Petrobras (PETR4) sobe 1,56% acompanhando a commodity, enquanto Vale (VALE3) e grandes bancos oscilam em meio à cautela global; a mineradora também anunciou acordo envolvendo ativos de níquel no Canadá.
Entre os destaques corporativos, Axia Energia (AXIA3) cai 0,39% após propor migração ao Novo Mercado, com conversão de preferenciais em ordinárias. Já Raízen (RAIZ4) recua 4,48%, pressionada por elevada dívida e incertezas sobre reestruturação envolvendo os controladores Cosan e Shell. Em contraste, WEG (WEGE3), apesar de fundamentos sólidos, acompanha o movimento de realização e cai 3,22%.
Por volta das 10h47, as listas das maiores altas e baixas eram dominadas por:
Altas
• Brava Energia (BRAV3): +3,20%
• Vivara (VIVA3): +3,09%
• Yduqs (YDUQ3): +2,62%
Baixas
• Raízen (RAIZ4): -4,48%
• Weg (WEGE3): -3,22%
• Bradespar (BRAP4): -1,80%
Confira a evolução do Ibovespa:
*Até o dia 19/02 às 10h47
• Segunda-Feira (16): Fechado
• Terça-Feira (17): Fechado
• Quarta-Feira (18): -0,24%
• Quinta-Feira (19): +0,22%
• Na semana*: -0,02%
• Em fevereiro*: +2,79%
• No 1°tri./26*: +15,70%
• Em 12 meses*: +46,44%
• Em 2026*: +15,70%
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