Super quarta, Nubank vale mais do que a Vale (perdão o trocadilho), seu Pix pode ter vazado… e o descontão no Explorer continua
Olá, investidor(a)!
Tudo bem?
Aqui está, saindo quentinha do forno, mais uma edição da TradeLetter, a mais divertida newsletter de notícias do mercado financeiro.
Nesta edição, vamos olhar em retrospecto para tudo que de mais interessante aconteceu na última semana. Bora lá?
E os troféus de maiores altas e maiores baixas do ano vão para…
EMBR3 = +48,95%
PETZ3 = +25,06%
BRKM5 = +24,89%
BHIA3 = -40,25%
MRVE3 = -31,43%
COGN3 = -29,80%
E lá fora?
Agora, sem mais delongas, vamos ao que interessa!
Dow Jones = +4,74%
S&P-500 = +9,74%
Nasdaq = + 9,44%
Dólar Ptax = +3,07%
Obs.: Dados no ano até o fechamento de 22/03/2024.
Super bowl da economia
Na última quarta-feira (20), a segunda super quarta do ano, membros do Copom e do FOMC decidiram mais uma vez o futuro das taxas de juros brasileira e americana, respectivamente.
Nada além do esperado, Campos Neto e cia. deliberaram mais um corte de 0,50 p.p. na taxa Selic, reduzindo-a do patamar de 11,25% a.a. para 10,75% ao ano. Contando com esta último reunião, esse já é o sexto corte consecutivo na taxa que já se encontrar em seu menor patamar desde fevereiro de 2022, quando a Selic chegou a 9,25% ao ano.
E, mais chato que aquele seu amigo que já leu o livro que virou filme, Campos Neto e sua trupe já soltaram o spoiler de que em maio um novo corte virá.
Nas terras do Tio Sam, o Federal Reserve também não surpreendeu, mantendo a sua Fed Funds Rate inalterada, ou seja, na mesma banda de 5,25% a 5,5%.
MAAAAAAAAAS… os membros do FOMC indicaram que ainda esperam reduzir os juros americanos em 0,75 p.p. até o final de 2024, apesar do progresso mais difícil do que o esperado em direção à meta de inflação de 2% do banco central dos Estados Unidos.
A nova declaração de política monetária do Fed descreveu a inflação como permanecendo “elevada” — blá-blá-blá… aquela mesma ladainha que tu lê aqui toda semana —, mas, ainda assim, 10 das 19 autoridades do Fed ainda veem a taxa tendo pelo menos três cortes daqui até o fim do ano.
Tá chegando, amiguinhos! Tá chegando. É tanto corte que no fim do ano vai dar churrasco!
Ui, que medinho!
A B3 lançou em parceira com o S&P Dow Jones, nesta terça-feira (9), o VXBR, um versão brasileira — Herbert Richers — do VIX, o famoso índice mundial do medo.
Na real, na mitologia do mercado, “índice do medo” é só um apelido para “Volatility Index” ou “Índice de Volatilidade”, em tradução livre. Mas ele ficou conhecido por investidores como índice do medo porque ele é um excelente medidor da insegurança e do potencial de volatilidade dos mercados globalmente falando.
Na metodologia do índice norte-americano, leva-se em conta o preço de opções do S&P 500 para 30 dias. A ideia é que a variação dos preços destes derivativos fornecem as expectativas do mercado para a volatilidade durante este período. Assim, se investidores buscam maior proteção através das opções do índice, é sinal de que há incertezas no cenário e que, portanto, maior é a volatilidade esperada. Resumo: todo mundo fica com a bunda na parede…
No Brasil, a metodologia do VXBR será bem parecida, oferecendo também uma visão de 30 dos preços das opções do índice Ibovespa, já que é destinado ao mercado brasileiro.
Iniciativa interessante a da B3 — uma pena que não vai colar! Brasileiro tem medo de outras coisas, tipo dois caras em cima de uma moto, por exemplo…
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O Nubank vale mais que Vale
Perdoe o trocadilho… foi mais forte do que eu!
Mas é a verdade. Nesta quarta (20), o Nubank atingiu R$ 285 bilhões de valor de mercado, superando uma das maiores gigantes da bolsa brasileira, a Vale (R$ 280 bilhões).
Esse é o maior valor de mercado atingido pelo roxinho em toda sua história, e foi atingido após a confirmação do lucro de R$ 5 bilhões em 2023. Depois dessa, o banco jogou pra debaixo do tapete com muita classe toda aquela história de que “o Nubank não dá lucro”!
Após essa movimentação, o top três empresas mais valiosas do Brasil ficou:
Petrobras: R$ 478 bi
Itaú Unibanco: R$ 317 bi
Nubank: R$ 285 bi
Pessoas infartaram neste dia…
Na noite de segunda-feira (18), o estag da BitMEX tava pra a maldade… só pode!
Imagina você, feliz da vida, all win em BTC, do nada entra na sua Exchange e vê o preço da cripto, há poucas horas acima dos US$ 60.000, agora em US$ 8.900. Mesmo os mais fortes teriam um piripaque antes mesmo de mandar uma ordem de venda!
E foi isso com aconteceu com os usuários da exchange BitMEX. Chamado de “flash crash”, a queda livre no preço do BTC teve início às 19h40 e em apenas 2 minutos o preço do Bitcoin saiu da casa dos US$ 67.000 para menos de US$ 9.000. Detalhe: o ocorrido foi registrado apenas na BitMex.
Apesar disso, o susto durou pouco. Cerca de dez minutos depois o preço do BTC já estava de volta ao patamar dos US$ 67.000 de volta na BitMEX.
Segundo usuários do Twitter (ou X, sei lá), o “flash crash” foi desencadeado pela venda de 850-freaking-BTCs (aprox. US$ 55,49 milhões) na BitMEX, reduzindo a paridade à vista XBT/USDT para US$ 8.900.
Dessa vez o estag, que já tava com a gravata folgada, suado que nem um condenado, passou ileso… “Ufa, emprego mantido!”, ele pensou.
Se a minha vazou, quero no mínimo um pix de indenização!
O BC comunicou nesta segunda-feira (18) que um total de 46.093 chaves Pix de clientes da Fidúcia Sociedade de Crédito ao Microempreendedor e à Empresa de Pequeno Porte Limitada (Fidúcia) tiveram dados cadastrais vazados.
Segundo o BC, o vazamento ocorreu por causa de falhas pontuais em sistemas da instituição de pagamento. Apesar disso, a exposição ocorreu em dados cadastrais, o tipo de dado que, segundo a autarquia, não afeta a movimentação de dinheiro. Dados protegidos pelo sigilo bancário, como saldos, senhas e extratos, não foram expostos.
Esse já é o sexto vazamento de dados desde o lançamento do sistema instantâneo de pagamentos, em novembro de 2020. E, segundo o BC, embora o incidente não precisasse ser comunicado pelo seu baixo impacto aos clientes, a decisão que motivou sua divulgação foi o “compromisso com a transparência”.
A entidade esclareceu ainda que todas as pessoas que tiveram informações expostas serão avisadas por meio do aplicativo da Phi Pagamentos ou do internet banking da instituição. A recomendação é que os clientes desconsiderem qualquer comunicação como chamadas telefônicas, SMS, avisos por aplicativos de mensagens ou por e-mail.
Portanto, cuidado!
Hora de dar tchau!
Por hoje é só, galerinha!
Até onde sei, minha chave não vazou, mas caso alguém esteja generoso, procurando alguém pra dar aquela gorjeta… Ops! 123e4567-e12b-12d1-a456–426655440000
Vejo você na próxima sexta!
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