Petrobras prevê investir US$ 13 bilhões até 2025 na Bacia de Campos

A petroleira tem focado nos ativos com potencial de gerar mais valor no médio e no longo prazo e possibilidade de maior lucratividade

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A Petrobras divulgou seu plano de investimento na última quarta-feira, 21, e prevê aplicar US$ 13 bilhões na Bacia de Campos entre os anos de 2021 e 2025.

A petroleira tem focado nos ativos com potencial de gerar mais valor no médio e no longo prazo e possibilidade de maior lucratividade.





Ela produz atualmente 710 mil barris de óleo equivalente (boe) por dia na Bacia de Campos, o que representa 25% da produção de óleo e gás no Brasil. São cerca de 280 poços produtores e 29 plataformas marítimas em operação, que produzem tanto no pós-sal quanto no pré-sal.

Segundo a companhia, essa bacia petrolífera continuará com forte produção, destacando que já foram investidos na região nos últimos 10 anos US$ 53 bilhões, colocando em operação mais de 270 poços, além de 10 novos sistemas de produção.

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Ainda está programada para 2023 a instalação de duas plataformas no campo de Marlim, com capacidade de produzir, juntas, 150 mil barris de petróleo por dia (bpd) e processar 560 mil barris de líquidos por dia.

De acordo com a Petrobras, essas plataformas permitirão a ampliação da produção das jazidas até 2048 com a continua geração de riquezas e a manutenção de empregos e serviços de apoio na região.

Além disso, a estatal prevê uma unidade para 2024 para o complexo integrado do Parque da Baleias, com potencial de produzir sozinha 100 mil bpd de óleo e processar 240 mil barris de líquidos por dia.





Outro aspecto positivo dessa estratégia é que, com novos donos, esses ativos têm recebido investimentos para potencialização da produção, pelo menos seis novas empresas passaram a atuar na região. Empresas que adquiriram campos na região que eram operados pela Petrobras têm promovido uma dinamização do setor de óleo e gás e perspectivas de incremento nas economias locais.

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Segundo dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), quatro das empresas que compraram ativos na região já apresentaram planos de desenvolvimento que somam R$ 13,2 bilhões.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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