Lucro da Smiles cai 15,2%, para R$ 47,7 mi, no primeiro trimestre

Empresa aguarda incorporação pela Gol e deve fechar capital nos próximos meses, segundo site.

Gol Smiles - Foto divulgação
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A Smiles (SMLS3), registrou um lucro líquido de R$ 47,7 milhões no primeiro trimestre de 2021. O valor representa uma queda de 15,2% na comparação com o primeiro trimestre de 2020. 

O resultado, que foi divulgado após o fechamento de mercado da segunda-feira, 26, escancara as dificuldades do setor aéreo em retomar os negócios durante a crise causada pela pandemia do coronavírus. 

“Infelizmente, após uma trajetória ascendente, com indicadores que melhoraram mês após mês, a segunda onda veio como um novo baque para o setor e nos fez, mais uma vez, ajustar a operação”, afirma trecho do relatório.

Com isso, outros dados operacionais também caíram nos primeiros três meses deste ano. A receita líquida, por exemplo, caiu 11,8% em relação ao 1T20, para R$ 151,12 milhões em 2021. 

Já o Ebitda (que é a sigla para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) do primeiro trimestre deste ano veio 21,9% menor que o mesmo período do ano anterior. Isso significa R$ 67,17 milhões, em dinheiro, e uma queda na margem de 50,2% para 44,5% em um ano. 

Em vista do forte pico da segunda onda de Covid-19 no começo deste ano, que levou as companhias aéreas a diminuírem a demanda de voos, o resgate de milhas da Smiles também ficou comprometido, assim como o acúmulo de novas milhas e a carteira de clientes. 

O resgate caiu 21,7%, enquanto o acúmulo diminuiu 25,8%. 

No final do trimestre, o número de clientes do programa de fidelidades cresceu 6%, em comparação com igual período de 2020, num total de 18,5 milhões de pessoas.

Ao mesmo tempo, o cartão de crédito co-branded GOL Smiles, relançado no ano passado, aumentou 9,6% em sua base de clientes ativos quando comparado ao mesmo trimestre em 2020.

Incorporação pela Gol 

No documento, a Smiles destacou que neste ano inicia um novo capítulo da sua história, em referência a incorporação da empresa pela Gol. 

“Sabemos que ainda temos um longo caminho a percorrer, mas estamos confiantes de que essa nova fase da companhia é o começo de mais uma jornada de sucesso.”

O diretor-presidente da companhia, André Fehlauer, afirmou ao Valor Econômico que a empresa fechará seu capital com o processo de incorporação pela aérea. Não existe um prazo exato ainda, mas o executivo disse que deve acontecer em dois meses, no máximo. 

A ideia é que as empresas continuem sua atuação separadamente. Para Fehlauer, a oportunidade é positiva, pois permitirá potencializar negócios e melhorar a ocupação das aeronaves da Gol. “Vamos juntar a escala que a Gol tem com a agilidade da Smiles”, disse.

Foto: Gol-Smiles/ Divulgação 

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