Bancos da América Latina já estão superando a Europa na construção de equipes de cripto
Quando estive no Brasil em março, conversei com executivos da região e vi que alguns dos maiores bancos e instituições, como Bradesco, Itaú e BTG, já possuem equipes de 20 a 50 pessoas trabalhando só no setor de criptomoedas, número que me surpreendeu se compararmos com o que os bancos europeus estão construindo. Vejo que são equipes maiores e mais avançadas do que as que estão se formando em instituições de Zurique, Frankfurt ou Madri.
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