Ibovespa Futuro sobe 1% e amplia ganhos da véspera com Datafolha no radar
O Ibovespa Futuro opera em alta nesta quinta-feira (3), ampliando os fortes ganhos da véspera, com atenções voltadas para nova pesquisa Datafolha sobre o cenário eleitoral, enquanto no exterior investidores aguardam com cautela dados sobre o mercado de trabalho norte-americano em busca de mais pistas sobre as perspectivas da política monetária do Federal Reserve (Fed). Às 9h08 (horário de Brasília), o contrato avançava 1,04%, aos 189.850 pontos.
O levantamento será divulgado na esteira da pesquisa Quaest divulgada na véspera pelo jornal O Globo, que mostrou que a vantagem numérica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) caiu em um potencial segundo turno da eleição presidencial de outubro.
No exterior, todos os olhos estão agora voltados para o relatório de empregos fora do setor agrícola dos Estados Unidos, a ser divulgado na sexta-feira, com expectativa de abertura de 56.000 empregos vagas após o fechamento inesperado de 23.000 postos de trabalho em julho, com a taxa de desemprego se mantendo em 4,1%.
Os mercados monetários atualmente atribuem cerca de 60% de probabilidade de um aumento dos juros pelo Fed neste mês, ante menos de 40% há uma semana.
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Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 0,21%, S&P Futuro avançava 0,04% e Nasdaq Futuro tinha desvalorização de 0,15%.
Dólar, exterior e commodities
O dólar futuro operava com baixa de 0,38%, aos R$ 5,108.
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção definida. O índice Nikkei 225, do Japão, recuou 0,17%, encerrando o pregão em 64.214,48 pontos, enquanto o Topix subiu 0,5%, para 4.102,04 pontos.
Os preços do petróleo recuam, interrompendo uma sequência de três dias de altas, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que novos ataques ao Irã provavelmente seriam de curta duração e reiterou sua alegação de que os EUA controlam o Estreito de Ormuz.
As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, com o aumento da atividade dos altos-fornos, enquanto a pressão sobre o carvão metalúrgico diminui.
(Com Reuters)



















