Por que a eleição é uma repetição de 2022, segundo a Tendências
Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!A corrida presidencial de 2026 já mostra sinais de que deve seguir o mesmo roteiro de 2022: uma disputa concentrada em dois nomes, marcada por rejeição alta e decidida por margem estreita no segundo turno. Essa é a leitura de Rafael Cortez, cientista político, sócio da Tendências Consultoria e professor do IDP, em entrevista ao podcast Radar Eleitoral, da Bloomberg Línea.Para Cortez, o diagnóstico não depende tanto de quem lidera as pesquisas em determinada semana, mas de um conjunto de fatores estruturais que se repetem desde a eleição passada. "É muito difícil escapar da conclusão de que essa eleição vai ser parecida com a de 2022: um segundo turno com uma vantagem apertada, com cada voto contando", afirma.Entre os fatores estruturais, estão o baixo grau de volatilidade do eleitorado propenso a mudar de candidato e a permanência dos temas que mobilizam a campanha eleitoral, aponta ele.⇒ Leia a reportagem: Eleição caminha para ser um ‘espelho’ de 2022, diz Rafael Cortez, da TendênciasRafael Cortez, cientista político e sócio da Tendências Consultoria, em entrevista ao podcast Radar Eleitoral, da Bloomberg LíneaNo radar dos mercadosAs ações globais operam em queda nesta terça-feira (1º), enquanto os rendimentos dos títulos mantêm a trajetória de alta, com os investidores ampliando as apostas de que os bancos centrais elevarão os juros já neste mês.- Shein após IPO em Hong Kong. As ações da varejista de fast fashion fecharam praticamente estáveis em sua estreia na bolsa de Hong Kong, após chegarem a cair 10% no início do pregão. O IPO levantou US$ 1,7 bilhão e avaliou a companhia em pouco mais de US$ 26 bilhões, uma fração dos quase US$ 100 bilhões de 2022.- Novo patamar para a IA da Baidu? A companhia projeta que a margem de lucro de seus negócios de inteligência artificial se equipare, no curto prazo, à da operação tradicional de buscas, disse o CFO Henry He à Bloomberg Television. A receita ligada à IA já representa mais da metade das vendas da companhia.- Apple acusa OpenAI de destruir provas. A fabricante do iPhone intensificou a disputa judicial contra a OpenAI ao alegar que a empresa de IA destruiu provas e utilizou segredos comerciais levados por um ex-engenheiro da Apple. A OpenAI nega que os documentos tenham relação com o trabalho do ex-funcionário na empresa.→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje🔘 As bolsas ontem (31/08): Dow Jones Industrials (-0,70%), S&P 500 (-0,33%), Nasdaq Composite (-0,12%), Stoxx 600 (-0,62%), Ibovespa (+1,0%)LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →Destaques da Bloomberg Línea:• Fundos multimercado encolhem no Brasil e gestores migram para os grandes bancos• Natura troca CEO: Alessandro Carlucci retorna ao cargo após 12 anos• Augusto Cury avança em pesquisas e desponta como terceiro nome na disputa presidencial• Também é importante: Mina de terras raras no Brasil expõe desafio dos EUA para reduzir dependência da China | OpenAI atinge US$ 1 bilhão em receita anualizada com anúncios e amplia operação• Opinião Bloomberg: Kevin Warsh acertou o tom sobre a inflação. Agora será preciso agir• Para não ficar de fora: iFood denuncia Meituan ao Cade e acusa Keeta de preços artificialmente baixos⇒ Essa foi uma amostra de Breakfast, a newsletter matinal da Bloomberg Línea com as notícias de destaque no Brasil e no mundo.Para receber a íntegra da newsletter na sua caixa de email, registre-se gratuitamente no nosso site.Por hoje é só. Bom dia!Obrigado por ler nossa newsletter matinal.Equipe Breakfast: Filipe Serrano (Managing Editor, Brasil), Daniel Buarque (Editor-assistente, Brasil) e Naiara Albuquerque (Editora-assistente, Brasil)



















