‘Super Quarta’: mercado global mantém fôlego em dia de decisão de juros

Por aqui, teremos a decisão da Selic na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, com expectativa de elevação de pelo menos 1 ponto percentual

Cofrinho Poupança (Pixabay)

Foto: Pixabay

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A “Super Quarta” chegou, com o mercado à espera de decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) para a taxa básica de juros, que deve continuar no patamar entre 0% e 0,25%. Contudo, as atenções se voltam para as sinalizações sobre o ritmo de redução do programa de compra de ativos, que está atualmente na ordem de US$ 120 bilhões por mês.

Por aqui, teremos a decisão da Selic na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, com expectativa de elevação de pelo menos 1 ponto percentual.

Além da decisão da taxa de juros, o aguardo por uma resolução do governo chinês para socorrer a Evergrande Group, em relação ao pagamento de sua dívida bilionária, fez com que as bolsas asiáticas fechassem de forma mista.

Na contramão, as bolsas europeias e os futuros americanos operam no campo positivo nesta quarta-feira, 22.

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Quanto às commodities, o preço do petróleo apresenta alta, enquanto o minério de ferro interrompeu as fortes quedas e registra crescimento expressivo, animando as ações da mineradores.

Por conta disso, os ADRs da Vale em Nova York sobem forte. Hoje é o último dia para os investidores entrarem no ativo e terem direito aos proventos da companhia, que anunciou o pagamento de R$ 40,2 bilhões em dividendos, o equivalente a R$ 8,1083 por ação ordinária e ação preferencial de classe especial em valores brutos. 

No Brasil, os investidores deverão continuar acompanhando o desenrolar sobre os precatórios. Ontem, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, se reuniu com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, para anunciar que enviará ao Congresso Nacional uma proposta para retirar do teto de gastos parte dos valores devidos pelo governo em dívidas judiciais e que deveriam ser pagos no ano que vem.

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A dívida total é calculada em R$ 89,1 bilhões em despesas que foram apresentadas pelo Poder Judiciário para 2022 e o acordo anunciado pelo Pacheco assegura que o governo pagaria o montante de R$ 39,8 bilhões em precatórios no próximo ano.

Agenda econômica

O destaque da agenda econômica de hoje é a divulgação da taxa básica de juros dos Estados Unidos, às 15h (horário de Brasília), pelo Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês). Ainda hoje, haverá a divulgação das vendas de moradias usadas e dos estoques de petróleo bruto.

Após o fechamento do mercado, a partir das 18h30, será divulgada a decisão da Selic pelo Copom.

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