Ata do Fomc: Fed pode iniciar a redução das compras de ativos em novembro

Com melhora na situação laboral, aumento nas taxas de juros poderá acontecer em 2022

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O Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) indicou que poderá iniciar a redução gradual das compras de ativos ainda este ano, de acordo com a ata da última reunião (que aconteceu entre os dias 21 e 22 de setembro) do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) divulgada nesta quarta-feira, 13. 

A desaceleração no ritmo de compras, chamada de tapering, já era esperada para acontecer até o final de 2021 e deve terminar em meados de 2022. 





Os integrantes do Fed discutiram a ideia de reduzir o programa de compra em US$ 15 bilhões ao mês, sendo US$ 10 bilhões na aquisição de obrigações do Tesouro e US$ 5 bilhões em títulos garantidos por hipotecas. 

Conforme o documento, aproximadamente metade dos entrevistados nas pesquisas do Comitê enxergam dezembro como o momento mais provável para a primeira redução no ritmo líquido de aquisição, mas também consideram uma probabilidade significativa para a diminuição começar em novembro.  

Segundo a ata, diversos bancos centrais anunciaram reduções no ritmo de seus programas de compra de ativos ou planos eventuais para seus balanços assim que as compras de ativos tivessem sido concluídas. 

Estes anúncios estavam em linha com as expectativas dos participantes do mercado. Assim, geraram somente uma reação modesta nos mercados financeiros.  

Na América Latina e na Europa emergente, alguns bancos centrais recentemente endureceram suas políticas para lidar com a elevação das pressões inflacionárias. 





Taxa de juros

Em setembro, o Fed decidiu, por unanimidade, manter a taxa básica de juros dos Estados Unidos próxima de zero, entre 0% e 0,25%. 

Desde dezembro do ano passado, o BC americano afirmava que as taxas seriam mantidas até que houvesse uma recuperação substancial dos empregos na maior economia do mundo. 

O país gerou 194 mil postos de trabalho em setembro, segundo o relatório de emprego (payroll) divulgado pelo Departamento do Trabalho dos EUA, e a taxa de desemprego caiu de 5,2% em agosto para 4,8% em setembro.

Desse modo, segundo os integrantes do Comitê, os aumentos nos juros poderão ter início já no próximo ano. 

 

Leia também:   EUA: inflação ao produtor sobe 0,5% em setembro; pedidos de auxílio-desemprego ficam abaixo do esperado

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