Inflação cai para 0,11% em agosto pressionada por queda nos preços dos alimentos

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Um estudo realizado pelo IBGE (Índice Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgado hoje, 6, revela que a inflação de agosto desacelerou, subindo 0,11%, após registrar alta de 0,19% em julho. De acordo com o órgão, o resultado foi influenciado, principalmente, pela deflação nos grupos de alimentação e bebida (-0,35%) e transportes (-0,39%). Em contrapartida, o segmento de habitação cresceu 1,19%.

Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov, a queda nos preços dos principais alimentos consumidos diariamente no país aconteceu devido ao crescimento de oferta nos pontos de vendas. O tomate, por exemplo, registrou desempenho negativo de 24,49 pontos percentuais.





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Em direção contrária ao resultado geral, o grupo de habitação foi o principal impacto positivo no IPCA, pressionado pelo aumento de 3,85% na energia elétrica. Em agosto, entrou em vigor a cobrança da bandeira tarifária vermelha no patamar 1, que acrescenta às contas um valor de R$ 4,00 a cada 100 quilowatts-hora.

No ano acumulado dos últimos 12 meses, a taxa foi de 3,43%, valor acima dos 3,22% registrados um ano antes. O governo planeja manter a inflação em 4,25% ao ano, com tolerância de 1,5% para cima ou para baixo: 2,75% e 5,75%, respectivamente.

IPCA - Inflação - IBGE
Deflação

De acordo com o IBGE, sete locais registram deflação no mês, dentre as 16 regiões onde o órgão realiza a pesquisa. Entraram na lista: Vitória (-0,50%), Aracaju (-0,47%), São Luís (-0,31%), Campo Grande (-0,21), Belém (-0,20), Rio de Janeiro (-0,06) e Porto Alegre (-0,04%).

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Juros

O Banco Central costuma interver com os juros para controlar a inflação. Quando está em alta, o BC sobe as taxas de juros para reduzir o consumo e estimular a queda no preço. Já em um cenário inverso, como o atual, a instituição bancária pode derrubar a Selic para impulsionar o consumo na população.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduziu a taxa básica de juros em 0,5% na última reunião, de 6,5% para 6% ao ano. Leia mais clicando aqui.





INPC

O Índice Nacional dos Preços ao Consumidor (INPC) subiu 0,12% em agosto, frente ao aumento de 0,10% registrado em julho, de acordo com o IBGE.

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