Vibra Energia cria joint venture de comercialização de etanol com a Copersucar

A nova sociedade se tornará a maior comercializadora de etanol do Brasil e uma das maiores do mundo

Vibra Energia foto divulgacao

Foto: Vibra/Divulgação

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Vibra Energia, antiga BR Distribuidora (BRDT3), anunciou nesta segunda-feira, 30, que celebrou acordo com a Copersucar para a criação de uma joint venture (JV) que atuará como Empresa Comercializadora de Etanol (ECE). 

De acordo com o fato relevante, a companhia irá adquirir da Copersucar as ações representativas de 49,99% do capital social da ECE por R$ 4,99 milhões. 



Desse modo, a Copersucar manterá uma participação de 50,01% na nova sociedade, que será constituída com capital social de R$ 10 milhões. 

Os acionistas ainda aportarão R$ 440 milhões, na proporção de suas participações, após a operação ser aprovada pelas autoridades competentes.  

Vale destacar que não haverá aporte de ativos imobilizados dos sócios. 



Atualmente, a Vibra movimenta entre 6 e 6,5 bilhões de litros de etanol em sua atividade de distribuição.  

Enquanto isso, a Copersucar é responsável por comercializar entre 4,5 e 5 bilhões de litros de etanol produzidos pelas usinas vinculadas à Cooperativa de Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo.  

Quando a JV passar a operar, ela será a responsável por adquirir o volume demandado pela Vibra e por escoar a produção das usinas da Cooperativa, se tornando a maior comercializadora de etanol do Brasil e uma das maiores do mundo. 

Além disso, ela será encarregada das operações de importação e exportação de etanol que hoje são realizadas pelas suas acionistas. 

Como atuará com estrutura de gestão independente e governança corporativa própria, a ECE será livre para comprar etanol no mercado, e não somente das usinas da Cooperativa. 

Ela também poderá vender etanol para outros clientes além da Vibra, incluindo outras distribuidoras. 

“A formação da nova comercializadora de etanol deverá gerar ganhos de escala que viabilizarão maior competitividade e diversos tipos de sinergias nas operações, através de melhores controles operacionais, maior capacidade de carregos de estoque, monitoramento constante e visão ampla de todos os processos da cadeia em tempo real”, disse a Vibra no documento. 

A formalização da parceria e o fechamento da operação ainda estão sujeitos ao cumprimento de condições usuais para transações desta natureza, incluindo a autorização do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do credenciamento da JV perante a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). 

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