Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA sobem pela segunda semana

O aumento foi considerado inesperado por economistas e reforça a dificuldade de recuperação do mercado de trabalho americano.

Equipe TradeMap

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As novas solicitações de seguro-desemprego nos Estados Unidos subiram pela segunda semana consecutiva, dessa vez em 16 mil, totalizando 744 mil pedidos na semana encerrada em 3 de abril, de acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (8) pelo Departamento do Trabalho do país.

Economistas, em pesquisa realizada pela Bloomberg, estimavam 680 mil pedidos. O aumento foi considerado inesperado e ressaltou a dificuldade na recuperação do mercado de trabalho americano.





Enquanto isso, os dados da semana anterior foram revisados para cima, de 719 mil para 728 mil solicitações de auxílio desemprego, sendo a Califórnia e Nova York os estados que lideraram os pedidos.

Na semana passada, o Departamento de Trabalho informou que a economia americana gerou 916 mil vagas de emprego em março, maior quantidade em sete meses.

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O setor de empregos do país se recupera aos poucos depois da crise da segunda onda que assolou os Estados Unidos em dezembro. Graças ao pacote de estímulos de US$ 1,9 trilhão do Biden e a aceleração no ritmo da vacinação, comércios e prestadores de serviços retomam suas atividades em todo o país.

Ainda assim, a quantidade de empregos está longe dos números de fevereiro de 2020, anteriores a pandemia. São 8,4 milhões de postos de trabalho a menos.

Embora os pedidos de auxílio-desemprego tenham caído da casa dos milhões que eram obervados nos piores meses de 2020, ainda são mais do que o dobro que era solicitado antes da pandemia. Com a economia nos trilhos, as solicitações semanais ficavam na casa dos 200 mil pedidos.





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Isso reforça a postura cautelosa do Fed, banco central americado, que divulgou nova ata ontem (7). O Comitê reconhece a melhora dos últimos meses, mas reforça que está longe das metas de pleno emprego necessárias para que a política monetária de juros zero e meta de inflação em 2% seja revista.

Foto: Carlee Dittemore/ Unsplash

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