IGP-M acumula taxa de 37,04% em 12 meses, diz FGV

Somente em maio, o índice avançou 4,10%, recorde não visto há 19 anos.

Equipe TradeMap
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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou aumento de 4,10% em maio, a maior variação mensal registrada desde novembro de 2002, de acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgados nesta sexta-feira, 28.  

Com o percentual do mês muito superior aos 1,51% de abril, o índice já acumula 14,39% de alta no ano e 37,04% de alta em 12 meses. 





De acordo com a FGV, um ano atrás, o IGP-M registrava taxas de 0,28% no mês e de 6,51% em 12 meses.

Vale lembrar que o IGP-M é um índice composto, e sofre influência do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) (com 60% de peso), do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) (30%) e do Índice de Nacional de Custo da Construção (INCC) (10%). 

Todos os três tiveram altas agora em maio. 

O IPA foi puxado principalmente pelos preços no atacado, que subiram 5,23% no mês, acima dos 1,84% em abril. Já o IPC, que mede os valores do varejo, saiu de 0,44% em abril para 0,61% em maio. 

Por fim, o INCC quase dobrou de valor, de 0,95% no mês passado para 1,8% agora. 





A FGV ressaltou a alta nos preços das commodities como agravante na variação do IGP-M de maio. 

“Os preços de commodities importantes voltaram a pressionar a inflação ao produtor. Em maio, o IPA avançou sob forte influência dos aumentos registrados para minério de ferro (de -1,23% para 20,64%), cana-de-açúcar (de 3,43% para 18,65%) e milho (de 8,70% para 10,48%). Essas três commodities responderam por 62,9% do resultado do IPA, cuja taxa foi de 5,23%”, afirma André Braz, Coordenador dos Índices de Preços.

Conhecido popularmente como “inflação do aluguel”, a variação deve impactar negativamente contratos com vencimento no mês de junho.

Leia também:   Projeção para inflação de 2021 chega a 8%, a 23ª alta seguida

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