Em reunião ordinária, CMN fixa meta de inflação em 3% para 2024

Os valores previstos para 2021, 2022 e 2023 não sofreram alterações

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Em reunião ordinária na tarde da última quinta-feira, 24, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou em 3 % a meta para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2024. 

As metas de inflação para 2021 (3,75%), 2022 (3,50%) e 2023 (3,25%) não passaram por revisão, de acordo com o Ministério da Economia. 

O CMN avalia que a meta “reduz incertezas e aumenta a capacidade de planejamento das famílias, das empresas e do governo”. A redução de 0,25 ponto percentual na comparação com a meta de 2023 “é coerente com a elevada credibilidade da política monetária”, de acordo com o orgão.

Em nota, o Ministério da Economia informa que a inflação futura, projetada no Boletim Focus, “mostrou-se ancorada à trajetória de reduções da meta anteriores, e a variância das expectativas de inflação tem caído substancialmente com as reduções da meta”. 

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Lembrando no último Boletim, as inflações projetadas pelo consenso Focus eram 2021 (5,90), 2022 (3,78), 2023 (3,25) e 2024 (3,25). 

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A nota justifica que a redução estrutural da inflação e dos juros de equilíbrio é ancorada no processo de consolidação fiscal da economia. “Medidas como o teto de gastos e a reforma da Previdência produziram expectativas de uma redução na trajetória de gastos.” 

Para o Conselho, a Emenda Constitucional 109/21 (PEC Emergencial) estabeleceu gatilhos para ajuste de gastos da União, Estados e municípios e se somou à aprovação de outras leis complementares que reforçam o equilíbrio fiscal dos entes federativos.

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Mesmo diante de choques adversos, como a pandemia e a alta das commodities, que elevaram a inflação em 2021, o governo afirma que a manutenção do teto de gastos e o compromisso com o equilíbrio fiscal no médio e no longo prazo mantêm o ambiente favorável à estabilidade macroeconômica.

O Conselho Monetário Nacional tem como presidente o ministro da Economia, Paulo Guedes, e seus componentes são o presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos, e o secretário Especial de Fazenda do Ministério da Economia, Bruno Funchal. 

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