Boletim Focus: consenso eleva Selic para 6,50% e inflação para 5,90%

Pela nona semana consecutiva, o mercado também aumentou a previsão do PIB, para 5% desta vez.

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O consenso Boletim Focus – formado pelo Banco Central e mais 100 instituições financeiras – indica um um crescimento de 5% para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2021. Trata-se de uma alta de 0,15 p.p. em relação à semana anterior, quando a previsão era de 4,85%. 

Já a expectativa para o PIB em 2022 caiu 0,10 p.p. Os 2,20% anunciados há uma semana, foram para 2,10% nesta segunda-feira, 21. 





No relatório, que você pode ver aqui, também constam previsões para os principais indicadores econômicos do país, como o IPCA, a taxa Selic e o dólar.  

De acordo com os especialistas, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2021 é de 5,90%, um crescimento de 0,08 ponto porcentual (p.p.) frente aos 5,82% da semana anterior. 

Com isso, o valor estimado para o indicador estoura o centro da meta de inflação para 2021, estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). 

No ano passado, a instituição definiu o valor de 3,75% para a meta, com faixa de tolerância de 1,5 p.p, ou seja, entre 2,25% e 5,25%. Logo, o valor do IPCA em 5,90% supera em 0,65 p.p. o objetivo do CMN.

Na próxima sexta-feira (26), o IBGE divulgará o IPCA-15 de junho, uma prévia do IPCA mensal, que indicará como está a evolução da inflação no país. 





Lembrando que, o IPCA referente a maio mostrou que em 12 meses a alta dos preços já acumulou uma subida de 8,06%. Um valor muito distante do teto da meta do CMN e da previsão do Boletim Focus.   

Leia também: Puxado por alta da energia elétrica, IPCA sobe para 0,83% em maio

Para o próximo ano, a estimativa de inflação do consenso Focus se manteve a mesma da semana passada: 3,78% ao ano.  

Enquanto isso, a expectativa para a taxa básica de juros do Brasil, a Selic, subiu novamente. Na semana passada esperava-se um juros de 6,25% para o país, enquanto nesta semana o valor aumentou em 0,25 p.p., para 6,50%.

Isso depois da reunião do Copom, realizada na terça e quarta-feira da semana passada, quando o comitê monetário do país decidiu aumentar a Selic em 0,75 p.p., para 4,25% ao ano.  

Leia também: Copom eleva a Selic em 0,75%, para 4,25% ao ano, informa BC

Para 2022, o consenso Focus manteve os mesmos 6,50%, que impera há quatro semanas.   

Por fim, a expectativa para o dólar no fim deste ano e no próximo mudaram: R$ 5,10 em 2021 e R$ 5,20 para 2022, ou seja, queda de R$ 0,08 para este ano e o mesmo valor para o ano que vem.  

Leia também:   Poupança tem captação líquida de R$ 7,72 bilhões em setembro

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