Após IPO da Smartfit, chegou a vez da Bluefit pedir aval para abrir capital na bolsa brasileira

A companhia disse que pretende utilizar os recursos da oferta para o seu crescimento orgânico por meio de aberturas de novas filiais pelo país

bluefit - divulgação
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A Bluefit, segunda maior rede de academias do Brasil, protocolou perante a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um pedido para realizar sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Bolsa de Valores de São Paulo.

Há duas semanas, sua maior concorrente, a Smartfit, estreou na B3 e movimentou mais de R$ 2 bilhões com a operação que chamou atenção dos investidores.



De acordo com o prospecto preliminar, a companhia disse que pretende utilizar os recursos da oferta para o seu crescimento orgânico por meio de aberturas de novas filiais pelo país, além da aquisição de novas franquias.

A operação, que ainda não conta com o cronograma definido nem a quantidade de ações inicialmente ofertadas, será de distribuição primária, quando os recursos levantados vão direto para o caixa da companhia, e secundária – quando os atuais acionistas vendem parte ou a totalidade de suas fatias.

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No caso, os acionistas vendedores são os fundos LPE, LPE II e LPE Fitness, a empresa Síntesi e o administrador James Marcos de Oliveira.



A XP Investimentos será a coordenadora líder do IPO, em conjunto com outras instituições financeiras ainda não reveladas.

Bluefit

Fundada em maio de 2015, sob a marca Health Place, a companhia acredita ser a segunda maior rede de academias do país com 102 unidades em operação (61 próprias e 41 franquias) e 33 unidades com contratos assinados.

Com base em dados de 30 de junho, a Bluefit possui mais de 201 mil clientes ativos em 15 estados, além de Distrito Federal.

No ano passado, a empresa obteve uma queda de 45% em sua receita líquida, para R$ 64 milhões. Ela associa o desempenho à crise sanitária no Brasil em decorrência da pandemia do novo coronavírus.

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Contudo, antes mesmo da pandemia, a rede já havia registrado prejuízo de R$ 670 mil em 2019. Esse número passou para mais de R$ 30 milhões em 2020, de acordo com as demonstrações financeiras no documento enviado à CVM.

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Foto: Bluefit/Divulgação

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