AliExpress passará a aceitar vendedores brasileiros na plataforma

O Brasil será o primeiro país das Américas a permitir o cadastramento de vendedores locais

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A plataforma de e-commerce AliExpress anunciou nesta segunda-feira, 23, a abertura de sua plataforma para que vendedores brasileiros possam oferecer seus produtos, de acordo com o jornal Folha. 

Até então, o marketplace contava somente com serviço de vendas internacionais. 





O Brasil será o primeiro país das Américas que permitirá o cadastramento de vendedores locais.  

No mundo, somente outros cinco países contam com essa abertura, sendo eles Itália, França, Espanha, Rússia e Turquia. 

“Começamos o cadastramento há três semanas e posso dizer que já contamos com milhares de vendedores”, afirmou o chefe de vendas da companhia no Brasil, Yaman Alpata. 

A empresa cobrará comissões que irão variar entre 5% e 8%, a depender do tipo do produto.  

Para se cadastrarem na plataforma chinesa, os vendedores precisarão ter CNPJ ou registro de MEI, não aceitando, desse modo, pessoas físicas. 

O Ali também irá ofertar um serviço integrado de logística que possibilitará frete gratuito em compras acima de R$ 50 para todo o país. 





É importante destacar que ela ainda não possui um Centro de Distribuição próprio no Brasil, o que atrasa o envio dos pedidos para seus compradores. Entretanto, futuramente, a companhia pretende realizar a abertura de um.

“O Centro de Distribuição é o centro das operações de logística. Temos planos para ter o nosso próprio centro. É uma de nossas prioridades”, disse Alpata. 

No Brasil, o envio das compras pelo e-commerce será coordenado pela Cainiao, a companhia de logística do grupo Alibaba que já opera no país.  

Além da Cainiao, a plataforma também fará entregas através dos Correios, com prazo que vai de dois a quatro dias. 

Caso prefiram, os vendedores poderão escolher por utilizar suas próprias operações de logística. 

Em relação aos pagamentos para os consumidores do país, estes serão feitos por meio do AliPay Pix 

A chegada da empresa no país ocorre em meio a um cenário cada vez mais competitivo para os comércios on-line, que disputam pela atenção do cliente brasileiro digital. 

Seu maior rival, entretanto, é o marketplace da Magazine Luiza (MGLU3), tanto pelos clientes quanto pelos vendedores locais. 

Para incentivar os lojistas, o Magalu lançou uma campanha de incentivo com maquininhas de cartão. 





 Foto: Tecnoblog/Divulgação

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