À espera de decisão do Copom, mercado global abre no campo positivo nesta quarta

No Brasil, as atenções estão voltadas para o anúncio da taxa básica de juros, a Selic

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Nesta quarta-feira, 4, as bolsas internacionais estão no campo positivo, com os investidores repercutindo as boas divulgações de resultados e alguns indicadores econômicos vindo acima das projeções. Com isso, há uma compensação sobre as preocupações com a disseminação da nova variante delta da Covid-19 e as intervenções chinesas a algumas empresas dos setores de tecnologia, games e educação privada.

As bolsas asiáticas fecharam em sua maioria em alta, com exceção para a Bolsa de Tóquio, de olho em alguns indicadores apontando expansão da atividade.

O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do Caixin/Markit da China acelerou em julho, embora a disseminação da variante delta ameace prejudicar a recuperação no país. O indicador subiu a 54,9 em julho, nível mais alto desde maio e contra 50,3 no mês anterior. A marca de 50 separa crescimento de contração.

Na Europa, as ações também operam em alta neste início de quarta. A volta do bom humor se deve a alguns indicadores econômicos que vieram melhores que o esperado e por conta da continuidade da divulgação dos resultados corporativos.

O PMI da Alemanha avançou para 61,8 na leitura final de julho, segundo os dados da IHS Markit. O índice foi impulsionado pelas novas encomendas, com as companhias contratando mais pessoal no ritmo mais forte. Já o PMI, que abrange serviços e a indústria, composto da economia alemã subiu de 60,1 em junho a 62,4 em julho, novo recorde.

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Enquanto isso, na zona do euro, o PMI do setor de serviços subiu de 58,3 em junho a 59,8 na leitura final de julho. O PMI composto teve alta de 59,5 em junho a 60,2 na leitura final de julho.

O indicador mostra que a atividade empresarial da zona do euro acelerou no mês passado, expandindo no ritmo mais rápido em 15 anos, uma vez que a suspensão de mais restrições e a aceleração da vacinação contra o coronavírus ajudaram o setor de serviços do bloco.

Do outro lado do mundo, os futuros americanos operam em leve alta com os investidores à espera pelos dados econômicos que deverão dar alguma sinalização de como anda a economia e mostrar algum indício dos próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) em relação ao início da redução das compras de títulos.

Para hoje, a agenda econômica reserva os dados de empregos no setor privado, que sairá às 9h15, e depois, por volta das 10h, serão publicados os dados de atividades, tanto o composto quanto o PMI de serviços. Além disso, também terá a divulgação dos estoques de petróleo bruto.

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Por falar em petróleo, o preço da commodity está em queda com a preocupação referente à demanda, por conta do aumento do contágio do vírus pelo mundo.

No Brasil, as atenções estão voltadas para o anúncio da taxa básica de juros, a Selic. O Copom deverá comunicar o seu parecer hoje no final do dia, com grande parte das projeções apontando para elevação de 1 ponto percentual, para tentar conter a inflação que continua bem acima da meta.

Os investidores também deverão acompanhar as notícias sobre o cenário político. Ontem, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, comentaram que não existe a possibilidade do reajuste do Bolsa Família furar o teto dos gastos e nem de o governo dar calote dos precatórios, afastando mesmo que momentaneamente o receio do risco fiscal.

Na agenda econômica interna, haverá a divulgação dos indicadores de atividades, além de diversos resultados corporativos, como: Petrobras (PETR4); Braskem (BRKM5); AES Tietê (TIET11); Sinqia (SQIA3); Quero-Quero (LJQQ3); 3R Petroleum (RRRP3); Totvs (TOTS3); Profarma (PFRM3); Tegma (TGMA3); Gerdau Metalúrgica (GOAU4) e Gerdau (GGBR4).

Foto: Unsplash

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