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Mercado externo ensaia dia positivo nesta quinta; por aqui, cenário político segue no radar

Mercado externo ensaia dia positivo nesta quinta; por aqui, cenário político segue no radar

Para esta quinta, a agenda econômica está mais esvaziada, tanto internamente quanto lá fora

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As bolsas globais seguem mais calmas nesta quinta-feira, 7, com a aproximação de um acordo no Senado dos Estados Unidos sobre a elevação do teto da dívida americana.

Os mercados devem sentir os resquícios de uma solução para a dívida da maior economia do mundo, mas os investidores devem permanecer com o foco voltado aos problemas recentes que prejudicam o crescimento econômico e perturbam as bolsas mundiais.

O aumento do custo de energia, refletindo fortemente para a elevação da inflação, e o começo da redução dos estímulos tendem continuar no radar, como também a crise de liquidez do setor imobiliário chinês.

Na Ásia, as bolsas fecharam no campo positivo, acompanhando o bom humor de ontem das bolsas americanas, em meio a sinais de progresso no Congresso dos EUA em torno do teto da dívida do país. Na China, as bolsas continuam sem operar em razão do feriado local.

Já as bolsas europeias e os futuros americanos seguem em alta. As notícias de que a Rússia poderá elevar a oferta de gás para aliviar a crise energética da Europa e o anúncio do Banco Central Europeu (BCE) sobre a possibilidade de um novo programa de compra de títulos agradam o mercado.

Os investidores ficam à espera da divulgação do pedido de seguro-desemprego dos EUA, às 9h30, enquanto não sai o anúncio do payroll marcado amanhã (8).

Quanto às commodities, o preço do petróleo bruto tem leve recuo, devido ao aumento dos estoques dos EUA. Já o minério de ferro segue sem negociação por conta do feriado na China.

No Brasil, haverá o anúncio de um novo partido, com a junção do DEM e do PSL, e que se chama União Brasil. O grupo terá a maior bancada da Câmara, com 82 deputados, além de quatro governadores e oito senadores. Ainda no campo político, os investidores deverão manter no radar a PEC dos precatórios.

Para esta quinta, a agenda econômica está mais esvaziada, tanto internamente quanto lá fora.

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