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Inflação da construção civil acelera em abril e ações do setor operam em queda

Inflação da construção civil acelera em abril e ações do setor operam em queda

Inflação do setor ficou em 1,21% em abril, a maior taxa mensal desde agosto de 2021

Empreendimento imobiliário São Paulo

Foto: Shutterstock

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A aceleração da inflação no Brasil, que tem corroído o poder de compra dos consumidores, também tem respingado sobre as empresas que atuam no mercado da construção civil.

O indicador que acompanha o comportamento dos preços no setor, conhecido como Índice Nacional da Construção Civil e calculado pelo IBGE, acelerou o passo em abril, ao registrar alta de 1,21%, ante 0,99% em março, de acordo com dados publicados nesta quarta-feira (11).

Essa é a maior taxa de inflação mensal desde agosto de 2021. Com o resultado de abril, o indicador acumula altas de preços de 3,52% no ano e de 15% em 12 meses — acima do IPCA, que tem avanço de 12,3% em 12 meses.

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O custo nacional da construção passou a ser R$ 1.567,76 por metro quadrado, em abril. Os materiais de construção tiveram inflação de 1,86% no mês e passaram a custar R$ 944,49 por metro quadrado. Já o custo da mão de obra subiu 0,24% e ficou em R$ 623,27.

Por volta das 16h20, a maioria das empresas ligadas ao setor da construção civil operava em queda na Bolsa. O maior recuo era da Tenda, com baixa de 4,64%. Companhias como Cyrela e Eztec também estavam no vermelho, com recuo de 2,10% e 1,53%, segundo cotações disponíveis na plataforma do TradeMap.

As exceções eram MRV e JHSF, que tinham altas tímidas de 0,10% e 0,15%.

 

 

 

 

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